27 de maio de 2009

24 de maio de 2009

- Se eu pedisse para me impressionares, o que farias? - Não fazia nada! - Conseguiste.

23 de maio de 2009

19 de maio de 2009

É tão difícil decidir entre o que desejamos e não podemos e o que podemos e não desejamos!? Não desejamos coisas fáceis. Mas, quando não podemos, sonhamos. Nos sonhos não há diferença entre o querer e o poder.
O meu sonho é, realmente, o meu desejo.

17 de maio de 2009

Domingo...

13 de maio de 2009

Hoje estou assim...

A vida não se conta pela quantidade de vezes que respiramos, mas sim pelas vezes que ficámos sem respiração…

http://www.flickr.com/people/nailuj/ A culpa é dos milhares de e-mail chatos que recebo por dia e que hoje decidi abrir :)

7 de maio de 2009

"Nós falhamos. Todos falhamos. E, geralmente, as nossas falhas dizem mais de nós do que os nossos sucessos. Mas, nós escondemos as nossas falhas, temos vergonha delas e às vezes simplesmente negamo-las totalmente."

27 de abril de 2009

Ainda sobre a temática das incompatibilidades...
Descobri recentemente que o meu cartão Visa Electron, embora também seja verde, não serve para picar o ponto no meu local de trabalho e, inexplicavelmente, também não serve para levantar a cancela da Via Card...

20 de abril de 2009

Incompatibilidades

- Olha, não vai dar mais….há uma incompatibilidade nas nossas fases de desenvolvimento psicossocial… - Hum…estás a falar de quê? - De Erikson… é que estou na fase de Intimidade x Isolamento e tu estás numa fase de desenvolvimento diferente, Autonomia x Vergonha e Dúvida, percebes? - Mas estás a falar de nós? - Estou. - Yha… o problema não é teu, o problema é dessas merdas que andas a ler… - …

18 de abril de 2009

Desconhecido procura-se

porque sou uma romântica inveterada...aqui fica a minha contribuição.

Boa sorte Leonor!

17 de abril de 2009

"Todas as pessoas têm um papel na sua comunidade, ouvir as suas histórias é uma forma de promover a integração pessoal e social, é uma forma de promover a identidade e memória colectiva."

15 de abril de 2009

Já tive o muito e já tive o pouco,
já tive o bom e já tive o mau e,
sei que não quero o mais ou menos

14 de abril de 2009

7 de abril de 2009

Na continuação da temática anterior e contrariando o que por aqui já escrevi, é claro que há coincidências. Não posso acreditar que certas coisas que me acontecem sejam movidas de algum significado, são apenas "Simultaneidade de diversos acontecimentos".
Ou melhor, simultaneidade acidental....
É verdade, mudo de conceitos quando bem me apetece...

5 de abril de 2009

Hoje, lembrei-me de uma frase que aparece pela net que diz que há pessoas que passam na nossa vida…pessoas que ficam, que vão, que vêm…e não consigo deixar de pensar que há pessoas que são uma seca. É verdade, há pessoas com quem não consigo conversar, nem de futilidades…mas que ficam, que insistem em estar presentes, imperturbáveis ao meu silêncio. Devem ter uma função na minha vida, só não consigo perceber qual.

3 de abril de 2009

29 de março de 2009

25 de março de 2009

"Como será que faz amor quem não gosta de poesia?
Quão frios serão seus gestos ao tocar o corpo amado?
Que palavras secas dirá talvez ao declarar suas paixões?
Como falará da lua?
Como será que beija flores?
Com quanta suavidade riscará o fósforo para acender a vela?
Com que candura entornará o vinho para encher a taça?
Como será que faz amor quem não gosta de poesia?"
Edson Marques

23 de março de 2009

22 de março de 2009

Efeito secundário (lado B) "O acto simples de estender a mão na luz e tocar-te irá coincidir com os meus dedos a transformarem-se em cores, nuvens de pó lançadas no ar. Esse será o primeiro efeito da magia. Chamar-lhe-emos magia por causa das crianças, mas saberemos que, em rigor, será apenas uma ilusão. Talvez seja nesse instante que os lábios começarão a fazer o playback de todo o silêncio, como um beijo antigo, gravado noutro disco. O efeito secundário dessa fotografia, desse postal, desse pôr-do-sol, será um bombardeamento de planos para o futuro, filhos em projecto, iremos escolher mil nomes para menino, mil nomes para menina, iremos perder tempo a pensar nos nomes que daríamos se fôssemos ingleses, americanos, e falássemos em inglês, americano, como as pessoas felizes e garridas dos filmes de domingo à tarde no primeiro canal, ou franceses e chatos, como as pessoas tristes dos filmes de segunda-feira à noite no segundo canal. O primeiro efeito desse instante será um ardor à volta dos lábios ou a repetição da guerra do Vietname, da mesma maneira que um ciclone na China faz uma borboleta bater as asas e pousar-me involuntária entre os olhos, asas como óculos de cor, nuvens de pó lançadas no ar, ou como esperança apregoada nas ruas por multidões indecisas, confusas, incertas, frágeis, feitas de homens humanos, mulheres humanas e crianças-crianças, futuros homens e futuras mulheres, prontos a repetirem todas as nossas dúvidas e todas as vezes que olhámos o horizonte. E talvez o seu melhor momento seja um espelho estragado, um penteado definitivo ou a constatação humilde de não serem mágicos, mas ilusionistas, donos de um espectáculo honesto, como nós agora a sermos o efeito principal e secundário de tudo o que chega a nós, de tudo o que parte de nós, de tudo o que nos ignora, nos transcende e nos lança pela eternidade a partir do instante simples em que estendo a mão na luz e, simples, te toco." José Luís Peixoto

19 de março de 2009

"Quem não se arrisca para além da realidade jamais encontrará a verdade ."

9 de março de 2009

Chama-se vida e ninguém disse que era fácil. Tenho medo de terminar, por isso nem chego a começar. “Arriscar é perder o pé por algum tempo. Não arriscar é perder a vida.”

22 de fevereiro de 2009

O xadrez imita a vida e a vida é um campo de batalha...descobri este provérbio que resume a minha visão sobre o assunto: "Depois de um jogo de xadrez, o rei e a rainha acabam fechados na mesma caixa do que o roque e o peão" Embora saiba as regras, nunca aprendi a jogar a jogar xadrez.

18 de fevereiro de 2009

Procuro...

Serenidade para aceitar as coisas que não posso modificar; Coragem para modificar aquelas que posso; Sabedoria para distinguir umas das outras.

17 de fevereiro de 2009

Comprei uma agenda 2009, já é um ritual. E, cada ano que passa eu fico mais exigente, até na compra de uma agenda. A de 2009 é cor-de-laranja, uma cor quente que, dizem os especialistas, é uma cor que sugere actividade, traz sucesso e agilidade mental e atrai boa sorte e prosperidade. Ou seja, tem a cor ideal para uma agenda nova.
Bem, entre alguns requisitos, a agenda tem que ter um elástico para fechar. Pois, esta necessidade só faz sentido para mim, para poder acumular “lixo” e não deixar que este se espalhe. É que sou desorganizada, mas não gosto de confusão. Tem que ter também planificação com horário nocturno (sim, porque a maioria das agendas só tem horário até às 18 horas e há quem trabalhe até mais tarde).
Outra exigência é que tivesse o mapa do mundo para eu poder, nas horas vagas, idealizar uma série de viagens de sonho (esta que comprei até tem fuso horário).
Mas, no outro dia, ao olhar bem para a agenda percebi que para além de me dar a indicação dos feriados, da lua, da semana do ano em que me encontro e isto tudo com tradução para inglês, dá-me também uma informação absurda que me causa uma imensa ansiedade e angústia, dá-me a informação dos dias que faltam para 2010.
É verdade, a minha agenda faz a contagem regressiva para 2010. A minha agenda está fixada no futuro e eu andei a passar todos os contactos da agenda de 2008.
Faltam exactamente 317 dias para 2010 e eu fico em dúvida. Há dias que não sei se tenho tempo para fazer tudo a que me propus, outros não sei se hei-de relaxar porque ainda faltam 317 dias para acabar o ano. Hoje apetece-me relaxar, até porque ainda faltam…

14 de fevereiro de 2009

Certos trajectos fazem-se num sentido só… Tenho saudades do caminho e tenho saudades do tempo. Não apenas do tempo que passa. Tenho saudades da inocência. Da inocência perdida, que me deixava admirar tudo e surpreender-me muito mais. Sinto saudades da ignorância que me fazia acreditar que as memórias ficavam reluzentes para sempre.

8 de fevereiro de 2009

Coisas que espero nunca ter que fazer:
Deixar de comer coisas que gosto; Cortar o cabelo curto; Assistir a um concerto do Toy; Vestir-me como uma advogada estagiária; Arrepender-me de estar a escrever isto.

6 de fevereiro de 2009

28 de janeiro de 2009

Abstracção

“Abstracção é o processo mental em que as ideias estão distanciadas dos objectos, operação intelectual onde existe o método que isola os generalismos teóricos dos problemas concretos, de forma a resolvê-los.” “Através da abstracção podemos imaginar os resultados de determinada decisão ou acção, sem recorrer a mecanismos físicos ou mecânicos de resolução.”
Se a minha vida fosse um quadro, seria arte abstracta!

Entrada, Amadeo de Souza-Cardoso

11 de janeiro de 2009

Acaso, coincidência ou destino

Aproveitando o tema do acaso, há uma frase que uso muito: “nada acontece por acaso”.
Numa tentativa de explicar o sentido dessa expressão, nem sempre usada com o mesmo sentido, esta simples frase pode encerrar várias visões da vida.
Quando eu digo "nada é por acaso", poderia interpretar-se isso como existindo destino, algo que foge ao meu controlo e que não poderia intervir.
Acredito na existência do livre arbítrio. Então, a existência de um destino pré-determinado implicaria a não existência de livre arbítrio. Se a vida fosse assim, seriamos apenas marionetas. Definir a vida tendo como base o acaso, as coincidências ou o destino, é definir o próprio sentido que se dá à vida.
Se tudo acontece por acaso e se para nada há explicação na vida , não há então um sentido.
O que quero dizer é que é impossível viver a vida sem procurar entender o que se passa e inebriar-me perante situações aparentemente sem explicação.
Não se tratando de destino, como se poderá interpretar a frase "nada acontece por acaso"?
Quando eu digo “nada acontece por acaso”, quero apenas dizer que o que se passará na minha vida depende apenas do contexto social em que me insiro e das minhas convicções? Não me parece.
E se tudo na vida fosse causa-efeito, então tudo poderia ser explicado, teria sentido e caberia na minha compreensão.
Eu gosto do termo Sincronicidade, o que segundo Jung, seria uma espécie de coincidência significativa. Uma coincidência, não tem uma explicação, mas tem uma significação.
E, o nosso destino seria um conjunto de coincidências com significado e teria o sentido que nós lhe dermos. Enfim, também não me chega.
(...)
A propósito deste tema, deixo aqui a referência de um filme sobre o tema, “What the Bleep Do We Know!?”, que apesar das várias criticas feitas ao filme, nos ajuda a pensar sobre o sentido da vida.

26 de dezembro de 2008

Jesus não faz nada por acaso!

Nada acontece por acaso. Até na data do seu nascimento, Jesus pensou em nós ... ao nascer 6 dias antes do final do ano, permite-nos ter no mínimo 7 dias de festa!

23 de dezembro de 2008

Quem te manda a ti, sapateiro, tocar rabecão?

Provérbios musicais portugueses: Em qualquer lugar, dança como vires dançar. Em terra onde fores parar, dança como vires dançar. Quem canta, seu mal espanta. Quem tem unhas, toca guitarra. Assim como cantares, assim dançarás.

16 de dezembro de 2008

Porque é Natal, viva a tolerância de ponto!
"A tolerância de ponto traduz-se na isenção de comparência ao serviço concedida aos funcionários e agentes que, em determinado dia útil, estão vinculados ao dever de assiduidade."
E porque o Natal é quando o Homem quiser, a tolerância de ponto devia ser todas as sextas-feiras (que não sejam feriado, pois nesse caso a tolerância seria dada à quinta)!
HoHoHo!!

14 de dezembro de 2008

8 de dezembro de 2008

Life is a succession of moments, to live each one is to succeed.

... mesmo que, de vez em quando, voltemos à origem! E recomecemos...

8 de agosto de 2008

O teu cristo é judeu,
Tua máquina é japonesa,
Tua pizza é italiana,
Tua democracia é grega,
Teu café é brasileiro,
Teus números são árabes,
Tuas feições são latinas (...)
e tu chamas o teu vizinho de estrangeiro
(Carlo Giuliani)

30 de julho de 2008

Perdi uma mala de viagem, grande e velha, cheia de lembranças e expectativas arrumadas lá dentro. Quem a encontar, deseje-lhe boa viagem.

24 de julho de 2008

Conselho

Porque quem procura, acha...convém saber o que fazer depois!

22 de julho de 2008

" Quando eu era pequeno, adorava o circo e aquilo de que mais gostava eram os animais. Cativava-me especialmente o elefante que, como vim a saber mais tarde, era também o animal preferido dos outros miúdos. Durante o espectáculo, a enorme criatura dava mostras de ter um peso, tamanho e força descomunais...Mas depois da sua actuação e depois de voltar para os bastidores, o elefante ficava sempre atado a uma pequena estaca cravada no solo, com uma corrente a agrilhoar-lhe uma das suas patas." " No entanto, a estaca não passava de um minúsculo pedaço de madeira enterrado uns centímetros no solo. E embora a corrente fosse grossa e pesada, parecia-me óbvio que um animal capaz de arrancar uma árvore pela raiz, com toda a sua força, facilmente se conseguiria libertar da estaca e fugir." " O mistério continua a parecer-me evidente." " O que é que o prende então?" " Porque é que não foge?" " Quando eu tinha cinco ou seis anos ainda acreditava na sabedoria dos mais velhos. Um dia decidi questionar um professor, um padre um tio sobre o mistério do elefante. Um deles explicou-me que o elefante não fugia porque era amestrado." " Fiz então a pergunta óbvia: - Se é amestrado porque é que o acorrentam?" " Não me lembro de ter recebido uma resposta coerente. Com o passar do tempo esqueci o mistério do elefante e da estaca e só o recordava quando me cruzava com outras pessoas que também já tinham feito essa pergunta." " Há uns anos descobri que, felizmente para mim, alguém fora tão inteligente e sábio, que encontrara a resposta:" " O ELEFANTE DO CIRCO NÃO FOGE PORQUE ESTEVE ATADO A UMA ESTACA DESDE QUE ERA MUITO, MUITO PEQUENO." " Fechei os olhos e imaginei o indefeso elefante recém-nascido, preso à estaca. Tenho a certeza de que naquela altura o elefante puxou, esperneou e suou para se tentar libertar. E apesar dos seus esforços não conseguiu, porque aquela estaca era demasiado forte para ele." " Imaginei-o a adormecer, cansado, e a tentar novamente no dia seguinte e no outro e no outro...Até que um dia, um dia terrível para a sua história, o animal aceitou a sua impotência e resignou-se com o seu destino." " Esse elefante enorme e poderoso, que vemos no circo, não foge, porque coitado, pensa que não é capaz de o fazer." " Tem gravada na memória a impotência que sentiu pouco depois de nascer." " E o pior é que nunca mais tornou a questionar seriamente essa recordação." " Jamais, jamais tentou pôr novamente à prova a sua força..." " - E é assim a vida, Damião. Todos somos um pouco como o elefante do circo: seguimos pela vida fora atados a centenas de estacas que nos coarctam a liberdade." " Vivemos a pensar que não somos capazes de fazer montes de coisas, simplesmente porque uma vez, há muito tempo, quando éramos pequenos, tentámos e não conseguimos." " Fizemos então o mesmo que o elefante e gravámos na nossa memória esta mensagem: " não consigo, não consigo e nunca hei-de conseguir..."" " Crescemos com esta mensagem que impusemos a nós mesmos e por isso nunca mais tentámos libertar-nos da estaca." " Quando por vezes sentimos as grilhetas e as abanamos, olhamos de relance para a estaca e pensamos: NÃO CONSIGO E NUNCA HEI-DE CONSEGUIR. "O Jorge fez uma longa pausa. Depois, aproximou-se, sentou-se no chão à minha frente e prosseguiu:" " - É isto que se passa contigo, Damião. Vives condicionado pela lembrança de um Damião que já não existe, que não foi capaz." " A única maneira de saberes se és capaz é tentando novamente, de corpo e alma...e com toda a força do teu coração." Jorge Bucay ( Deixa-me que te conte)

18 de julho de 2008

20 de junho de 2008

Metro III

Be aware of pickpockets
Está a chegar o verão, e com esta estação do ano, chegam mais turistas à nossa capital. Se durante todo o ano eu assisti por duas vezes a senhores a pickpocketar as malas alheias e, uma dessas vezes tive o prazer também de assistir à revolta dos Srs. Passageiros, que heroicamente, expulsaram os carteiristas de dentro da carruagem sob ameaça de um linchamento, neste mês, tem vindo a ser diário. Dei por mim, a fazer olhinhos a uma senhora, com o objectivo de a alertar para a proximidade de um ladrão que estava a mexer-lhe na mala, depois de ter dado um berro “cuidado com as carteiras” e de todas as pessoas presentes na carruagem terem ficado a olhar para mim, como se eu tivesse acabado de roubar alguém ou ter um surto psicótico. A verdade é que, mesmo as caras sendo conhecidas, os carteiristas tendem a ser os mesmos, todos os utentes habituais já os identificam e ninguém faz nada. Ou seja, a única coisa que podemos fazer é proteger as nossas carteiras e num acto heróico avisar os outros, porque avisar a segurança do metro garanto que não serve de nada.

Metro II

Sim, eu fico lisonjeada quando os trabalhadores da construção civil e afins, fortes, musculados e heróicos cavalheiros, seguram as portas do metro quando eu vou a correr para tentar entrar. Para quem não me conhece, eu ando sempre atrasada e a correr para o metro e, não há nada mais gratificante que saber que o metro não arrancou e que todos os demais passageiros perderam mais uns segundos, só para eu entrar e tentar chegar uns minutos menos atrasada ao meu destino.
Da próxima vez que ouvirem “Srs. Passageiros, façam o favor de não impedir o fecho das portas”, sim, foi por minha culpa.

Metro I

Tenho por hábito deixar que passageiros do metropolitano de Lisboa, passem comigo a cancela que divide o exterior do interior, ou seja, tenho um gostinho especial em ajudar os outros a quebrar as regras e andarem de transportes públicos sem pagar. Sinto-me mesmo vitoriosa e participante activa na comunidade quando isto acontece. Mas, fiquei a pensar, eu que sou uma trabalhadora da área social, não confundir com trabalhadora social, e até sou contra dar moedinhas aos arrumadores de automóveis (que são os mesmos que andam de metro sem pagar, quando depois de um dia de trabalho, descem na estação do intendente para usufruir do seu merecido “descanso”) … Eu sei, se ando de metro a coisa torna-se mais fácil... não vão riscar o meu carro… Se dar moedas aos arrumadores é participar na degradação de vida dos mesmos, compactuar com quem anda de transportes públicos sem pagar é o quê? Eu tenho uma resposta… como andar de metro sem pagar não mata e já que me “obrigam” a comprar o passe social todos os meses e falta-me a coragem para andar clandestinamente, nada melhor que ajudar os corajosos a fazer aquilo que não consigo e desta forma sublimar esta minha necessidade de transgredir!

1 de junho de 2008

Não há motivo para te importunar a meio da noite,
como não há leite no frigorífico, nem um limite traçado para a solidão doméstica.
Tudo desaparece. Nada desaparece.
Tudo desaparece antes de ser dito e tu queres dormir descansada.
Tens direito a um subsídio de paz.
Se eu escrever um poema, esse não é motivo para te importunar. Eu escrevo muitos poemas e tu trabalhas de manhã cedo.
Toda a gente sabe que a noite é longa. Não tenho o direito de telefonar para te dizer isso, apesar dessa evidência me matar agora.
E morro, mas não morro.
Se morresse, perguntavas: porque não me telefonaste?
Se telefonasse, perguntavas: sabes que horas são?
Ou não atendias. E eu ficava aqui.
Com a noite ainda mais comprida, com a insónia, com as palavras a despegarem-se dos pesadelos.
José Luís Peixoto, "Gaveta de Papéis"

27 de maio de 2008

Há palavras que nos beijam Há palavras que nos beijam Como se tivessem boca. Palavras de amor, de esperança, De imenso amor, de esperança louca. Palavras nuas que beijas Quando a noite perde o rosto; Palavras que se recusam Aos muros do teu desgosto. De repente coloridas Entre palavras sem cor, Esperadas inesperadas Como a poesia ou o amor. (O nome de quem se ama Letra a letra revelado No mármore distraído No papel abandonado) Palavras que nos transportam Aonde a noite é mais forte, Ao silêncio dos amantes Abraçados contra a morte. Alexandre O'Neill

26 de maio de 2008


A minha falta de assertividade, leva-me a detestar pessoas desadequadas.

Detesto que falem de mim, na minha presença, como se eu não estivesse ali.

Detesto que insistam numa coisa, num assunto, numa decisão, quando eu já dei a minha opinião.

Detesto que alguém faça por mim, uma tarefa que já iniciei.

Detesto que me digam o que fazer, sem perguntarem a minha opinião acerca.

Detesto que me façam uma pergunta, quando já têm a resposta.

Detesto que me perguntem algo, quando não querem ouvir a minha resposta sincera.

Detesto que esperem de mim só comportamentos adequados.

É claro que, perante tais comportamentos, só posso responder de forma desadequada.

25 de maio de 2008

Mito urbano


Não consigo perceber porque os meus amigos não bebem água da torneira, pior, porque olham para mim como se eu fosse uma assassina quando sirvo um copo de água da minha torneira. Pois é, só pode ser mais um dos mitos que andam por aí...fiquem a saber que bebo todos os dias água da minha torneira e ando bem de saúde. E, mais, que a água da garrafa que sirvo do frigorífico é enchida directamente da torneira!
É por estas e por outras que tenho sempre uma garrafa de vinho em casa!
Não quero que ninguém saia de cá com sede.

22 de maio de 2008

14 de maio de 2008

"A dor é inevitável, o sofrimento é uma escolha." ...e mesmo assim, há quem escolha sofrer.

9 de maio de 2008

" O desejo conduz ao sonho; o amor à criação." (Coimbra de Matos, 2002)

21 de abril de 2008

"Não sou pessimista nem optimista: entre mim e a vida não há mal-entendidos..."
Almada Negreiros

The Jesus and Mary Chain - April Skies

18 de abril de 2008

Todas as crenças, todos os desejos, têm necessariamente os seus objectos…

6 de abril de 2008

18 de março de 2008

O segredo de fazer boas escolhas está em não tornar numa prioridade aquilo que poderá ser só uma boa opção!
...não faças de uma pessoa uma prioridade, quando tu és uma opção! Mesmo que sejas a sua melhor opção!

15 de março de 2008

Lisboa







13 de março de 2008

10 de março de 2008

Tendência para a repetição

…ir para o mesmo lugar com pessoas diferentes já é tendência à repetição mas tirar fotos como mesmo ambiente de fundo é falta de criatividade…

…cometer os mesmos erros e acreditar de uma forma profundamente convicta que os resultados vão ser diferentes desta vez é, no mínimo, revelador de falta de inteligência, para além da tendência à repetição…
…parece uma contradição, devemos aprender com os nossos erros e as situações inevitavelmente repetem-se…mas para conseguirmos ter uma vida feliz devemos evitar a repetição, evitar a monotonia e “viver o novo todo dia” senão, perde a graça… e o pior, voltamos para onde estávamos no início…e começa tudo de novo…
Por isso eu aconselho a ler o poema “Mude”, de Edson Marques
www.mude.blogspot.com

7 de março de 2008

Falhas

"Se considerais ter agido mal, arrependei-vos, corrigi os vossos erros na medida do possível e tentai conduzir-vos melhor na próxima vez. E não vos entregueis, sob nenhum pretexto, à meditação melancólica das vossas faltas. Rebolar no lodo não é, com certeza, a melhor maneira de alguém se lavar."
Aldous Huxley, 1946, prefácio do livro "Admirável Mundo Novo".

24 de fevereiro de 2008

16 de fevereiro de 2008

amizade

Eu: Olá! Tudo Bem? Estás boa? Como vais?
Ela: Olá! Mais ou menos...
Eu: Então? Mais ou menos? Estás com algum problema?
Ela: Não. Vai-se indo...
Eu: Hum... Mas está tudo bem?
Ela: Sim...está tudo bem.
Eu: Ainda bem...Fico feliz por te ver!
Ela: E contigo?
Eu: Está tudo bem!
Ela: ...ainda bem...
Eu: Sim
Ela: Hum...ok
Eu: ...
Ela: ...
Eu: Ok! Gostei de te ver! Então beijinhos...
Ela: Ok! Adeus...

14 de fevereiro de 2008

9 de fevereiro de 2008

Arte

Quem vive do passado são os museus...e ainda bem, pois só assim tive a oportunidade de ver e olhar algumas das obras de referência da arte moderna espanhola.





3 de fevereiro de 2008

Não podemos mudar o que acontece ao nosso redor, mas, podemos mudar a forma como olhamos os acontecimentos...Há medida que o tempo passa, aquilo que nos parecia uma tragédia no momento, faz agora parte de um passado, que deve ser relembrado de uma forma bem humorada.

Além do mais, daqui a 100 anos já ninguém se lembra...

31 de janeiro de 2008

Sobre síndromes, fábulas e fadas...

Peter Pan é um menino que mora na Terra do Nunca, um lugar que ele imaginou para fugir à monotonia do dia-a-dia e, sobretudo, para evitar assumir as suas responsabilidades, próprias do crescimento. Peter Pan anda sempre rodeado de amigos, entre os quais se destaca a fada Sininho, que é muito elegante, possui o “pó de pirlimpimpim” e cabe-lhe na palma da mão...
Peter Pan decidiu parar no tempo e recusa-se a avançar. A fadinha, eterna e ciumenta companheira, protege-o e alimenta-lhe a fantasia, desejando apenas agradar-lhe...


Hum, bem! Quando eu pensei que me tinha curado do “síndrome de Peter Pan”, descobri que sofria do “síndrome Sininho”!

28 de janeiro de 2008

No outro dia, após uma conversa e após uma leitura quase interminável de blogs e mais blogs e mais comentários aos blogs, percebi que podem ter inventado uma nova forma de terapia, uma nova “corrente” de psicoterapia. Não tem corrente teórica associada, ou pode ter todas as correntes teóricas associadas. Mas, uma coisa eu posso garantir, é terapêutico. Efemeramente terapêutico ou não, é terapêutico. É claro, que esta não será uma grande questão teórica, provavelmente nem passível de grande discussão, mas a verdade é que me delicio a ler os comentários e a interpretar tudo o que por lá está escrito...e isto até nem vai bem ao “Encontro” das minhas correntes teóricas.
Mas, a identificação projectiva faz o resto...

24 de janeiro de 2008

Zanga

Em relação a correr riscos, nunca me fez tanto sentido que devemos arriscar, usufruir do prazer, aproveitar o momento e resolver os problemas que nos surgem, só quando eles surgem.
E, claro, arcar com as consequências das nossas decisões...pensando em nós próprios e magoar os outros se for preciso! É mais fácil tomar decisões a pensar no que será melhor para quem nos rodeia. Que poder, que altruismo, tanto cínismo quanto o tamanho da desresponsabilização dos nossos actos!
Fui invadida por uma zanga!

Uma sugestão: Lisbon Story

Uma oportunidade mágica de espreitar os recantos de Lisboa e descobrir "Madredeus"... "LISBON STORY" Um filme de Wim Wenders, 1994

23 de janeiro de 2008

Personalidade

"predador disfarçado de animal doméstico"

21 de janeiro de 2008

18 de janeiro de 2008

“Quanto mais vivo, mais os seres humanos me parecem fascinantes e cheios de interesse… Tolos e inteligentes, mesquinhos e quase santos, diferentemente felizes – todos são caros ao meu coração.
Parece-me que não os compreendo devidamente e a minha alma é inundada por um interesse inextinguível por eles.
As pessoas que mais admiro são as que são não se realizaram totalmente, as que não são muito sábias, mas um tanto loucas, “possessas”. “Pessoas de mente sã” despertam-me pouco interesse. O Homem realizado, aquele que é perfeito como um guarda-chuva, não exerce qualquer atracção sobre mim. Entendam-me. Sou chamado e mesmo condenado a descrevê-lo. Mas que posso dizer de um guarda-chuva, a não ser que é inteiramente inútil num dia de sol?
Um homem um tanto possesso não só me é mais agradável, como também é inteiramente mais razoável e está em maior harmonia com o ritmo geral da vida, um fenómeno ainda incompreendido e fantástico, que se faz por isso ao mesmo tempo, tão desconcertantemente interessante.”
Máximo Gorki, 1927

14 de janeiro de 2008

Ou será medo?

Amo o desejo, não o desejado! Por isso estou sempre a mudar de objecto de amor, seja ele uma pessoa, um Deus, um ideal, uma opinião, uma actividade ...

6 de janeiro de 2008

Liberdade da memória ou memória da liberdade...

René Magritte

"Eu faço minhas coisas, tu fazes as tuas.
Não estou neste mundo para viver de acordo com as tuas expectativas.
E tu não estás neste mundo para viver de acordo com as minhas.
Tu és tu, e eu sou eu.
E se por acaso nos encontramos, é lindo
Se não, nada há a fazer."

Perls, F.

3 de janeiro de 2008

Superstição

Esta minha passagem de ano foi diferente. Não usei lingerie azul, não saltei para cima de uma cadeira, não fiz a contagem decrescente, não comi doze passas e também não pedi doze desejos, não deixei de fumar e não fiz uma lista de resoluções para o novo ano! Para o ano, conto se resultou...

1 de janeiro de 2008

FELIZ 2008

28 de dezembro de 2007

... e porque se aproxima o fim do ano, vamos dançar!

27 de dezembro de 2007


Apanhados de surpresa por um sentimento que não era o nosso, num lugar que não era o nosso, num percurso impossível de controlar...
Como estar a assistir a um filme, daqueles muito bons, em que estamos a imaginar o final e, já bem no fim ou não, o argumento, a história muda e surpreende-nos...e saímos do filme com a sensação de satisfação total dos sentidos...

26 de dezembro de 2007

Ressurreição

No Natal celebra-se o nascimento de Jesus mas, para mim, este Natal soube-me a Páscoa!

20 de dezembro de 2007

Uma musica de Natal...

19 de dezembro de 2007

"Camarão que dorme, as ondas do mar levam..."

16 de dezembro de 2007

Inspiração

Não tenho muito jeito para a culinária, confesso. Mas tenho me esforçado...e não me tenho saído nada mal!
Aqui fica a minha inspiração!

15 de dezembro de 2007

Não é fácil manter uma mentira. A mentira exige um grande gasto de energia, exige criatividade, dissimulação e memória. Por isso, é mais fácil ser cobarde.
Mentir ou não dizer nada não é a mesma coisa é certo, mas o efeito, esse sim, pode ser igual!

Eu gosto de desafios e gosto de viver a emoção, não consigo imaginar uma coisa pior do que viver uma vida estagnada, baseada no que não existe.
Gosto de fantasiar sim, a fantasia é alimento para a alma.
Só estou desiludida porque vivi, só errei porque fiz, só menti porque falei, mas vivi!

13 de dezembro de 2007


Com a temperatura que está hoje, o termómetro chegou aos 5º C, só me apetece gritar: volta verão!!!!


3 de dezembro de 2007

"Podes enganar todos durante algum tempo, podes enganar alguém sempre, mas jamais poderás enganar todos o tempo todo"
Ao contrário do que poderia ser pensado, numa análise fria e pouco reflectida, esta frase pode nada ter a ver com mentiras. Podemos nos enganar a nós próprios durante algum tempo, enganar até todas as pessoas que estão à nossa volta, sem estar a mentir. Mas, chega uma altura em que percebemos o engano e, aí sim, escolhemos manter uma farsa, uma mentira, ou ser leal connosco e com os outros.

2 de dezembro de 2007


"Quando nós queremos muito uma coisa, todo o Universo conspira para que ela se realize"

Aqui fica a minha parte.... do fundo do coração, boa sorte!



26 de novembro de 2007

Sobre o Natal


O Natal para a cultura Católica Romana celebra, no dia 25 de Dezembro, o nascimento de Jesus Cristo.
Por isso, esta época é encarada como de consagração à união da família, à paz, à fraternidade e à solidariedade entre os Homens.
Por isto mesmo, ilumina-se as ruas, apela-se aos consumos com montras recheadas de coisas necessárias, aumenta-se os horários de abertura do shopping, para podermos estar todos juntos mais tempo, apertadinhos, uns com os outros.
Não percebo porque esta época é também uma altura em que aumenta a tristeza e melancolia a tantas pessoas. Estar com os outros e para os outros torna-se um ritual difícil de fugir.
É nesta altura que nos apercebemos de tudo o que desejámos no início do ano e que não concretizámos.
Por isso há que ter calma, estas reacções são só a reacção à frustração acumulada durante o ano.
Mas, a vantagem, é que temos de novo, e logo a seguir ao Natal, a oportunidade de voltar a pedir todos os desejos para o novo ano!

23 de novembro de 2007

Sugestão de Fim de Semana!

"A Melhor Juventude", realizado por Marco Tulio Giordana


É a história de uma família italiana do fim dos anos 60 até aos nossos dias. No centro da história, dois irmãos: Nicola e Matteo. No início, partilham os mesmos sonhos, as mesmas esperanças, leituras, amizades. Até ao dia em que o encontro com uma jovem rapariga com problemas psíquicos ditará o destino de cada um e separará os seus caminhos…
As personagens perseguem os seus sonhos atravessando a História: crescem, magoam-se, criam novas ilusões em que apostam todas as suas energias. Como todas as pessoas. Como todos nós...
http://www.atalantafilmes.pt/2004/amelhorjuventude/juventude.htm

15 de novembro de 2007

Ilusões

Ainda que, o nosso olhar nos possa enganar...

Sabemos que, segundo a Geometria, duas linhas paralelas nunca se encontram.

4 de novembro de 2007


A vida adulta está cheia de desafios extremamente difíceis de ultrapassar!

Por isso, eu desejava muito voltar a ser criança, para poder fazer tudo o que me apetecesse;

Saber que haveria sempre alguém responsável pelos meus actos;

Poder dizer tudo o que me vinha à cabeça e saber que se riam com a minha inocência...

Pois é, mas como isso não é possível, é melhor tomar cuidado e parar de fazer e dizer asneiras!

Até porque, sou eu quem vai arcar com as consequências...

:)

30 de outubro de 2007

Sobre esperança... "...é possível que o impossível um dia venha a acontecer..."

21 de outubro de 2007


Eu sei que para para estarmos juntos não precisamos de estar perto, basta estar dentro do coração.
Mas...
preferia ver-te 5 minutos por dia, do que não te ver durante um mês, pelo menos tinha 5 minutos por dia de alegria! ƒ

19 de outubro de 2007

The Pixies : Where Is My Mind (1988)

Porque sou uma cidadã interveniente e participativa na sociedade, decidi juntar-me à maioria, ficar doente…e fazer umas pequenas férias de Outono. ƒ

18 de outubro de 2007

INSTANTES
Se eu pudesse viver novamente a minha vida, na próxima trataria de cometer mais erros. Não tentaria ser tão perfeito, relaxaria mais. Seria mais tolo ainda do que tenho sido, na verdade bem poucas coisas levaria a sério. Seria menos higiênico. Correria mais riscos, viajaria mais, contemplaria mais entardeceres, subiria mais montanhas, nadaria mais rios. Iria a mais lugares onde nunca fui, tomaria mais sorvete e menos lentilha, teria mais problemas reais e menos problemas imaginários. Eu fui uma dessas pessoas que viveu sensata e produtivamente cada minuto da vida, claro que tive momentos de alegria. Mas se pudesse voltar a viver, trataria de ter somente bons momentos. Porque, se não sabem, disso é feita a vida, só de momentos, não percas o agora. Eu era um desses que nunca ia a parte alguma sem um termômetro, uma bolsa de água quente, um guarda-chuva e um pára-quedas. Se voltasse a viver, começaria a andar descalço no começo da primavera e continuaria assim até o fim do outono. Daria mais voltas na minha rua, contemplaria mais amanheceres e brincaria com mais crianças, se tivesse outra vez uma vida pela frente. Mas já viram, tenho oitenta e cinco anos e sei que estou morrendo.
(Jorge Luís Borges)

11 de outubro de 2007

Sobre a felicidade ...

8 de outubro de 2007

O tempo é o que fizermos dele ...

3 de outubro de 2007

O sentido da vida Ponha a mão no peito e sinta as batidas do seu coração. Esse é o relógio da sua vida tiquetaqueando a contagem regressiva do tempo que lhe resta. Um dia ele parará. Isso é cem por cento garantido e não há nada que você possa fazer a respeito. (…) É preciso coragem e dedicação para viver os seus sonhos. (Claro, também é preciso lembrar onde acaba a coragem e começa a estupidez.) (…) É importantíssimo fazer o que o deixa feliz - e da melhor maneira possível. (…) Tenha sempre em mente que, faça o que você fizer, os enganos são parte da vida e não perca tempo castigando-se por erros do passado. Não fique ruminando se está ou não a fazer a coisa certa. Você saberá sempre a resposta no seu coração. (…) Quando você se propõe a realizar os seus sonhos, muitos tentarão detê-lo (incluindo os que mais o amam). (…) Como todas as pessoas, você terá alguns dias melhores que outros. De vez em quando, tudo parecerá uma grande zona de perigo. As pessoas olharão para você com estranheza quando souberem o está a tentar atingir, e você começará a ouvir seus detractores e a ter duvidas. (…) Mas, melhor do que tudo, ao fazer coisas que enroscam os seus bigodes de prazer (presumindo-se, claro, que tenha bigodes), você inspira os outros a irem atrás dos seus sonhos, e é assim, meu amigo, que se transforma o mundo! (…) Sabe de uma coisa? Mesmo que você cometa enganos e esteja errado sobre quase tudo, ainda assim a sua vida será uma aventura fantástica e divertida; (…) E sabe de outra coisa?

Se você ouvir o seu coração e usar a cabeça, nunca estará errado!

Escapadinha de Fim de Semana

"O Sentido da Vida" de Bradley Trevor Greive

1 de outubro de 2007

Sobre cães e gatos! A grande diferença entre cães e gatos está na forma de pensar! Quando está a ser alimentado, um cão pensa: “O meu dono gosta tanto de mim, ele é tão bom, deve ser um Rei !” Quando está a ser alimentado, um gato pensa: “O meu dono gosta tanto de mim, sou tão bom, sou um Rei ! miau!

26 de setembro de 2007

21 de setembro de 2007

Parabéns !!!!


20 de setembro de 2007

Boa Sorte !!!!!!


17 de setembro de 2007

Ao contrário do que se costuma dizer, nem tudo o que sabe bem faz mal…

Estar contigo faz-me bem…

Não quero ser perdoada, adoro os meus pecados!

16 de setembro de 2007

Agora sim, tudo começa a fazer sentido!

Descobri, ao fazer o meu mapa astral, que tenho a lua em escorpião!

Lua em Escorpião
Expressa a necessidade de intensidade, de intimidade, de cumplicidade e de lealdade.
Nada é exactamente o que parece.
Intenso magnetismo físico e emocional e busca de intensidade nas relações.
Deve canalizar sua poderosa energia interior para propósitos construtivos.
Necessidade de relações profundas e transformadoras.
Forte sexualidade.
Dons psíquicos e intuitivos.
Atracção por experiências com o "oculto".
Combata sentimentos extremistas, como ciúmes e ressentimentos.
Renove suas emoções.
Auto-imagem sedutora e misteriosa.

13 de setembro de 2007

Sobre a vida...

Salvador Dali

Não se erra ou se acerta a vida, vive-se a vida!