26 de dezembro de 2008

Jesus não faz nada por acaso!

Nada acontece por acaso. Até na data do seu nascimento, Jesus pensou em nós ... ao nascer 6 dias antes do final do ano, permite-nos ter no mínimo 7 dias de festa!

23 de dezembro de 2008

Quem te manda a ti, sapateiro, tocar rabecão?

Provérbios musicais portugueses: Em qualquer lugar, dança como vires dançar. Em terra onde fores parar, dança como vires dançar. Quem canta, seu mal espanta. Quem tem unhas, toca guitarra. Assim como cantares, assim dançarás.

16 de dezembro de 2008

Porque é Natal, viva a tolerância de ponto!
"A tolerância de ponto traduz-se na isenção de comparência ao serviço concedida aos funcionários e agentes que, em determinado dia útil, estão vinculados ao dever de assiduidade."
E porque o Natal é quando o Homem quiser, a tolerância de ponto devia ser todas as sextas-feiras (que não sejam feriado, pois nesse caso a tolerância seria dada à quinta)!
HoHoHo!!

14 de dezembro de 2008

8 de dezembro de 2008

Life is a succession of moments, to live each one is to succeed.

... mesmo que, de vez em quando, voltemos à origem! E recomecemos...

8 de agosto de 2008

O teu cristo é judeu,
Tua máquina é japonesa,
Tua pizza é italiana,
Tua democracia é grega,
Teu café é brasileiro,
Teus números são árabes,
Tuas feições são latinas (...)
e tu chamas o teu vizinho de estrangeiro
(Carlo Giuliani)

30 de julho de 2008

Perdi uma mala de viagem, grande e velha, cheia de lembranças e expectativas arrumadas lá dentro. Quem a encontar, deseje-lhe boa viagem.

24 de julho de 2008

Conselho

Porque quem procura, acha...convém saber o que fazer depois!

22 de julho de 2008

" Quando eu era pequeno, adorava o circo e aquilo de que mais gostava eram os animais. Cativava-me especialmente o elefante que, como vim a saber mais tarde, era também o animal preferido dos outros miúdos. Durante o espectáculo, a enorme criatura dava mostras de ter um peso, tamanho e força descomunais...Mas depois da sua actuação e depois de voltar para os bastidores, o elefante ficava sempre atado a uma pequena estaca cravada no solo, com uma corrente a agrilhoar-lhe uma das suas patas." " No entanto, a estaca não passava de um minúsculo pedaço de madeira enterrado uns centímetros no solo. E embora a corrente fosse grossa e pesada, parecia-me óbvio que um animal capaz de arrancar uma árvore pela raiz, com toda a sua força, facilmente se conseguiria libertar da estaca e fugir." " O mistério continua a parecer-me evidente." " O que é que o prende então?" " Porque é que não foge?" " Quando eu tinha cinco ou seis anos ainda acreditava na sabedoria dos mais velhos. Um dia decidi questionar um professor, um padre um tio sobre o mistério do elefante. Um deles explicou-me que o elefante não fugia porque era amestrado." " Fiz então a pergunta óbvia: - Se é amestrado porque é que o acorrentam?" " Não me lembro de ter recebido uma resposta coerente. Com o passar do tempo esqueci o mistério do elefante e da estaca e só o recordava quando me cruzava com outras pessoas que também já tinham feito essa pergunta." " Há uns anos descobri que, felizmente para mim, alguém fora tão inteligente e sábio, que encontrara a resposta:" " O ELEFANTE DO CIRCO NÃO FOGE PORQUE ESTEVE ATADO A UMA ESTACA DESDE QUE ERA MUITO, MUITO PEQUENO." " Fechei os olhos e imaginei o indefeso elefante recém-nascido, preso à estaca. Tenho a certeza de que naquela altura o elefante puxou, esperneou e suou para se tentar libertar. E apesar dos seus esforços não conseguiu, porque aquela estaca era demasiado forte para ele." " Imaginei-o a adormecer, cansado, e a tentar novamente no dia seguinte e no outro e no outro...Até que um dia, um dia terrível para a sua história, o animal aceitou a sua impotência e resignou-se com o seu destino." " Esse elefante enorme e poderoso, que vemos no circo, não foge, porque coitado, pensa que não é capaz de o fazer." " Tem gravada na memória a impotência que sentiu pouco depois de nascer." " E o pior é que nunca mais tornou a questionar seriamente essa recordação." " Jamais, jamais tentou pôr novamente à prova a sua força..." " - E é assim a vida, Damião. Todos somos um pouco como o elefante do circo: seguimos pela vida fora atados a centenas de estacas que nos coarctam a liberdade." " Vivemos a pensar que não somos capazes de fazer montes de coisas, simplesmente porque uma vez, há muito tempo, quando éramos pequenos, tentámos e não conseguimos." " Fizemos então o mesmo que o elefante e gravámos na nossa memória esta mensagem: " não consigo, não consigo e nunca hei-de conseguir..."" " Crescemos com esta mensagem que impusemos a nós mesmos e por isso nunca mais tentámos libertar-nos da estaca." " Quando por vezes sentimos as grilhetas e as abanamos, olhamos de relance para a estaca e pensamos: NÃO CONSIGO E NUNCA HEI-DE CONSEGUIR. "O Jorge fez uma longa pausa. Depois, aproximou-se, sentou-se no chão à minha frente e prosseguiu:" " - É isto que se passa contigo, Damião. Vives condicionado pela lembrança de um Damião que já não existe, que não foi capaz." " A única maneira de saberes se és capaz é tentando novamente, de corpo e alma...e com toda a força do teu coração." Jorge Bucay ( Deixa-me que te conte)

18 de julho de 2008

20 de junho de 2008

Metro III

Be aware of pickpockets
Está a chegar o verão, e com esta estação do ano, chegam mais turistas à nossa capital. Se durante todo o ano eu assisti por duas vezes a senhores a pickpocketar as malas alheias e, uma dessas vezes tive o prazer também de assistir à revolta dos Srs. Passageiros, que heroicamente, expulsaram os carteiristas de dentro da carruagem sob ameaça de um linchamento, neste mês, tem vindo a ser diário. Dei por mim, a fazer olhinhos a uma senhora, com o objectivo de a alertar para a proximidade de um ladrão que estava a mexer-lhe na mala, depois de ter dado um berro “cuidado com as carteiras” e de todas as pessoas presentes na carruagem terem ficado a olhar para mim, como se eu tivesse acabado de roubar alguém ou ter um surto psicótico. A verdade é que, mesmo as caras sendo conhecidas, os carteiristas tendem a ser os mesmos, todos os utentes habituais já os identificam e ninguém faz nada. Ou seja, a única coisa que podemos fazer é proteger as nossas carteiras e num acto heróico avisar os outros, porque avisar a segurança do metro garanto que não serve de nada.

Metro II

Sim, eu fico lisonjeada quando os trabalhadores da construção civil e afins, fortes, musculados e heróicos cavalheiros, seguram as portas do metro quando eu vou a correr para tentar entrar. Para quem não me conhece, eu ando sempre atrasada e a correr para o metro e, não há nada mais gratificante que saber que o metro não arrancou e que todos os demais passageiros perderam mais uns segundos, só para eu entrar e tentar chegar uns minutos menos atrasada ao meu destino.
Da próxima vez que ouvirem “Srs. Passageiros, façam o favor de não impedir o fecho das portas”, sim, foi por minha culpa.

Metro I

Tenho por hábito deixar que passageiros do metropolitano de Lisboa, passem comigo a cancela que divide o exterior do interior, ou seja, tenho um gostinho especial em ajudar os outros a quebrar as regras e andarem de transportes públicos sem pagar. Sinto-me mesmo vitoriosa e participante activa na comunidade quando isto acontece. Mas, fiquei a pensar, eu que sou uma trabalhadora da área social, não confundir com trabalhadora social, e até sou contra dar moedinhas aos arrumadores de automóveis (que são os mesmos que andam de metro sem pagar, quando depois de um dia de trabalho, descem na estação do intendente para usufruir do seu merecido “descanso”) … Eu sei, se ando de metro a coisa torna-se mais fácil... não vão riscar o meu carro… Se dar moedas aos arrumadores é participar na degradação de vida dos mesmos, compactuar com quem anda de transportes públicos sem pagar é o quê? Eu tenho uma resposta… como andar de metro sem pagar não mata e já que me “obrigam” a comprar o passe social todos os meses e falta-me a coragem para andar clandestinamente, nada melhor que ajudar os corajosos a fazer aquilo que não consigo e desta forma sublimar esta minha necessidade de transgredir!

1 de junho de 2008

Não há motivo para te importunar a meio da noite,
como não há leite no frigorífico, nem um limite traçado para a solidão doméstica.
Tudo desaparece. Nada desaparece.
Tudo desaparece antes de ser dito e tu queres dormir descansada.
Tens direito a um subsídio de paz.
Se eu escrever um poema, esse não é motivo para te importunar. Eu escrevo muitos poemas e tu trabalhas de manhã cedo.
Toda a gente sabe que a noite é longa. Não tenho o direito de telefonar para te dizer isso, apesar dessa evidência me matar agora.
E morro, mas não morro.
Se morresse, perguntavas: porque não me telefonaste?
Se telefonasse, perguntavas: sabes que horas são?
Ou não atendias. E eu ficava aqui.
Com a noite ainda mais comprida, com a insónia, com as palavras a despegarem-se dos pesadelos.
José Luís Peixoto, "Gaveta de Papéis"

27 de maio de 2008

Há palavras que nos beijam Há palavras que nos beijam Como se tivessem boca. Palavras de amor, de esperança, De imenso amor, de esperança louca. Palavras nuas que beijas Quando a noite perde o rosto; Palavras que se recusam Aos muros do teu desgosto. De repente coloridas Entre palavras sem cor, Esperadas inesperadas Como a poesia ou o amor. (O nome de quem se ama Letra a letra revelado No mármore distraído No papel abandonado) Palavras que nos transportam Aonde a noite é mais forte, Ao silêncio dos amantes Abraçados contra a morte. Alexandre O'Neill

26 de maio de 2008


A minha falta de assertividade, leva-me a detestar pessoas desadequadas.

Detesto que falem de mim, na minha presença, como se eu não estivesse ali.

Detesto que insistam numa coisa, num assunto, numa decisão, quando eu já dei a minha opinião.

Detesto que alguém faça por mim, uma tarefa que já iniciei.

Detesto que me digam o que fazer, sem perguntarem a minha opinião acerca.

Detesto que me façam uma pergunta, quando já têm a resposta.

Detesto que me perguntem algo, quando não querem ouvir a minha resposta sincera.

Detesto que esperem de mim só comportamentos adequados.

É claro que, perante tais comportamentos, só posso responder de forma desadequada.

25 de maio de 2008

Mito urbano


Não consigo perceber porque os meus amigos não bebem água da torneira, pior, porque olham para mim como se eu fosse uma assassina quando sirvo um copo de água da minha torneira. Pois é, só pode ser mais um dos mitos que andam por aí...fiquem a saber que bebo todos os dias água da minha torneira e ando bem de saúde. E, mais, que a água da garrafa que sirvo do frigorífico é enchida directamente da torneira!
É por estas e por outras que tenho sempre uma garrafa de vinho em casa!
Não quero que ninguém saia de cá com sede.

22 de maio de 2008

14 de maio de 2008

"A dor é inevitável, o sofrimento é uma escolha." ...e mesmo assim, há quem escolha sofrer.

9 de maio de 2008

" O desejo conduz ao sonho; o amor à criação." (Coimbra de Matos, 2002)

21 de abril de 2008

"Não sou pessimista nem optimista: entre mim e a vida não há mal-entendidos..."
Almada Negreiros

The Jesus and Mary Chain - April Skies

18 de abril de 2008

Todas as crenças, todos os desejos, têm necessariamente os seus objectos…

18 de março de 2008

O segredo de fazer boas escolhas está em não tornar numa prioridade aquilo que poderá ser só uma boa opção!
...não faças de uma pessoa uma prioridade, quando tu és uma opção! Mesmo que sejas a sua melhor opção!

15 de março de 2008

13 de março de 2008

10 de março de 2008

Tendência para a repetição

…ir para o mesmo lugar com pessoas diferentes já é tendência à repetição mas tirar fotos como mesmo ambiente de fundo é falta de criatividade…

…cometer os mesmos erros e acreditar de uma forma profundamente convicta que os resultados vão ser diferentes desta vez é, no mínimo, revelador de falta de inteligência, para além da tendência à repetição…
…parece uma contradição, devemos aprender com os nossos erros e as situações inevitavelmente repetem-se…mas para conseguirmos ter uma vida feliz devemos evitar a repetição, evitar a monotonia e “viver o novo todo dia” senão, perde a graça… e o pior, voltamos para onde estávamos no início…e começa tudo de novo…
Por isso eu aconselho a ler o poema “Mude”, de Edson Marques
www.mude.blogspot.com

7 de março de 2008

Falhas

"Se considerais ter agido mal, arrependei-vos, corrigi os vossos erros na medida do possível e tentai conduzir-vos melhor na próxima vez. E não vos entregueis, sob nenhum pretexto, à meditação melancólica das vossas faltas. Rebolar no lodo não é, com certeza, a melhor maneira de alguém se lavar."
Aldous Huxley, 1946, prefácio do livro "Admirável Mundo Novo".

16 de fevereiro de 2008

amizade

Eu: Olá! Tudo Bem? Estás boa? Como vais?
Ela: Olá! Mais ou menos...
Eu: Então? Mais ou menos? Estás com algum problema?
Ela: Não. Vai-se indo...
Eu: Hum... Mas está tudo bem?
Ela: Sim...está tudo bem.
Eu: Ainda bem...Fico feliz por te ver!
Ela: E contigo?
Eu: Está tudo bem!
Ela: ...ainda bem...
Eu: Sim
Ela: Hum...ok
Eu: ...
Ela: ...
Eu: Ok! Gostei de te ver! Então beijinhos...
Ela: Ok! Adeus...

14 de fevereiro de 2008

9 de fevereiro de 2008

Arte

Quem vive do passado são os museus...e ainda bem, pois só assim tive a oportunidade de ver e olhar algumas das obras de referência da arte moderna espanhola.





3 de fevereiro de 2008

Não podemos mudar o que acontece ao nosso redor, mas, podemos mudar a forma como olhamos os acontecimentos...Há medida que o tempo passa, aquilo que nos parecia uma tragédia no momento, faz agora parte de um passado, que deve ser relembrado de uma forma bem humorada.

Além do mais, daqui a 100 anos já ninguém se lembra...

31 de janeiro de 2008

Sobre síndromes, fábulas e fadas...

Peter Pan é um menino que mora na Terra do Nunca, um lugar que ele imaginou para fugir à monotonia do dia-a-dia e, sobretudo, para evitar assumir as suas responsabilidades, próprias do crescimento. Peter Pan anda sempre rodeado de amigos, entre os quais se destaca a fada Sininho, que é muito elegante, possui o “pó de pirlimpimpim” e cabe-lhe na palma da mão...
Peter Pan decidiu parar no tempo e recusa-se a avançar. A fadinha, eterna e ciumenta companheira, protege-o e alimenta-lhe a fantasia, desejando apenas agradar-lhe...


Hum, bem! Quando eu pensei que me tinha curado do “síndrome de Peter Pan”, descobri que sofria do “síndrome Sininho”!

28 de janeiro de 2008

No outro dia, após uma conversa e após uma leitura quase interminável de blogs e mais blogs e mais comentários aos blogs, percebi que podem ter inventado uma nova forma de terapia, uma nova “corrente” de psicoterapia. Não tem corrente teórica associada, ou pode ter todas as correntes teóricas associadas. Mas, uma coisa eu posso garantir, é terapêutico. Efemeramente terapêutico ou não, é terapêutico. É claro, que esta não será uma grande questão teórica, provavelmente nem passível de grande discussão, mas a verdade é que me delicio a ler os comentários e a interpretar tudo o que por lá está escrito...e isto até nem vai bem ao “Encontro” das minhas correntes teóricas.
Mas, a identificação projectiva faz o resto...

24 de janeiro de 2008

Zanga

Em relação a correr riscos, nunca me fez tanto sentido que devemos arriscar, usufruir do prazer, aproveitar o momento e resolver os problemas que nos surgem, só quando eles surgem.
E, claro, arcar com as consequências das nossas decisões...pensando em nós próprios e magoar os outros se for preciso! É mais fácil tomar decisões a pensar no que será melhor para quem nos rodeia. Que poder, que altruismo, tanto cínismo quanto o tamanho da desresponsabilização dos nossos actos!
Fui invadida por uma zanga!

Uma sugestão: Lisbon Story

Uma oportunidade mágica de espreitar os recantos de Lisboa e descobrir "Madredeus"... "LISBON STORY" Um filme de Wim Wenders, 1994

23 de janeiro de 2008

Personalidade

"predador disfarçado de animal doméstico"

21 de janeiro de 2008

18 de janeiro de 2008

“Quanto mais vivo, mais os seres humanos me parecem fascinantes e cheios de interesse… Tolos e inteligentes, mesquinhos e quase santos, diferentemente felizes – todos são caros ao meu coração.
Parece-me que não os compreendo devidamente e a minha alma é inundada por um interesse inextinguível por eles.
As pessoas que mais admiro são as que são não se realizaram totalmente, as que não são muito sábias, mas um tanto loucas, “possessas”. “Pessoas de mente sã” despertam-me pouco interesse. O Homem realizado, aquele que é perfeito como um guarda-chuva, não exerce qualquer atracção sobre mim. Entendam-me. Sou chamado e mesmo condenado a descrevê-lo. Mas que posso dizer de um guarda-chuva, a não ser que é inteiramente inútil num dia de sol?
Um homem um tanto possesso não só me é mais agradável, como também é inteiramente mais razoável e está em maior harmonia com o ritmo geral da vida, um fenómeno ainda incompreendido e fantástico, que se faz por isso ao mesmo tempo, tão desconcertantemente interessante.”
Máximo Gorki, 1927

14 de janeiro de 2008

Ou será medo?

Amo o desejo, não o desejado! Por isso estou sempre a mudar de objecto de amor, seja ele uma pessoa, um Deus, um ideal, uma opinião, uma actividade ...

6 de janeiro de 2008

Liberdade da memória ou memória da liberdade...

René Magritte

"Eu faço minhas coisas, tu fazes as tuas.
Não estou neste mundo para viver de acordo com as tuas expectativas.
E tu não estás neste mundo para viver de acordo com as minhas.
Tu és tu, e eu sou eu.
E se por acaso nos encontramos, é lindo
Se não, nada há a fazer."

Perls, F.

3 de janeiro de 2008

Superstição

Esta minha passagem de ano foi diferente. Não usei lingerie azul, não saltei para cima de uma cadeira, não fiz a contagem decrescente, não comi doze passas e também não pedi doze desejos, não deixei de fumar e não fiz uma lista de resoluções para o novo ano! Para o ano, conto se resultou...

1 de janeiro de 2008