30 de maio de 2010

Os mal-entendidos são como as bruxas, parece que são impossíveis, mas que os há, há. E depois não se pode fazer nada, já foi. São como as paixões, quanto mais nos envolvemos mais crescem. E começo a acreditar que são como a morte, não têm remédio. Ah! E são como as cerejas, começamos a comer uma e não conseguimos parar, e como  as conversas.

5 comentários:

El Matador disse...

é mesmo assim.

Catarina Reis disse...

pois é Tulipa tudo tem uma razão de ser... pelo menos é o que parece.
Bjs Catarina

Tulipa disse...

Matador, pois é.

Catarina, a razão às vezes fica baralhada e surgem mal-entendidos ;)

kiss

Luis Baptista disse...

Adorei este.
E é tão verdadeiro.

Tulipa disse...

Oh pois, Luís Baptista.