14 de dezembro de 2010

liberdade, ai a liberdade

Uma Sra. tentou enganar a minha colega de trabalho. Resumindo, cometeu pelo menos um crime que consigo identificar, plágio. Claro está que tentar enganar alguém que está a trabalhar também deve ser crime, só não sei o nome. A Sra. não compreendeu o nosso ponto de vista, não consegue compreender porque é que plágio é crime, e nem consegue compreender porque é que a minha colega se sentiu enganada. Eu sei como a Sra. se sente, eu também acho isto tudo normal, estamos no Sec. XXI, temos internet, e já perdi a conta a quantas vezes eu vi e ouvi falar de um senhor que violou a privacidade de várias pessoas e instituições, mas que parece ser aclamado como um Robin Hood da Diplomacia, um impulsionador da Democracia, e pior, sim, muito pior, um defensor da liberdade de expressão.

4 comentários:

mcnulty disse...

parece-me que estás a confundir privacidade de várias pessoas com a conivência inadequada de outras tantas.

a senhora do plágio por mim eram 10 chibatadas como na França da Idade Média, ou o Irão do século XXI.

é uma questão de falar com o Sócrates e com o Amado que eles orientam um voo baratinho para Teerão.

Tulipa disse...

mcnulty, por acaso até gostava de conhecer Teerão :)

Rafeiro Perfumado disse...

Nesses casos é chamar os bois (ou vacas) pelos nomes, podem não ser condenados mas pelo menos fica-se a saber o seu carácter.

Beijoca!

Tulipa disse...

Beijoca Rafeiro!