2 de fevereiro de 2010

Escárnio e mal dizer

Porque também tenho a minha vertente de escárnio e mal dizer, hoje apetece-se falar mal do filme Avatar. Fiquei movida por um sentimento que não sei explicar, depois de ter ido ver o filme Avatar, acho que foi de tédio. E, já passou algum tempo. Mas o tempo pode ter este efeito, em vez de apaziguar, realçar o descontentamento. Até porque, já passou algum tempo e a azáfama continua. Diga-se de passagem, que o filme podia ter sido feito com uma duração de 1h.30m que ninguém ia estranhar. Não fiquei muito surpreendida com a história, embora estivesse à espera de um naufrágio a 3D, pelo menos a história de amor estava lá. Confesso que não vi o primeiro naufrágio, daí a esperança de ver agora. Saí do cinema a pensar, qual teria sido a parte em que adormeci. Foi, de certeza, na parte mais importante, aquela que me faria encantar. Mas fui, contribuí para que se torne o filme mais visto. Deu para relembrar que nada mudou. Quanto mais pessoas juntas numa sala, maior a quantidade de aberrações dignas de um filme de terror a 3D. Detesto o cinema cheio de gente, que falam durante o filme e que, sim aconteceu ao meu lado, atendem o telemóvel. Pois, está visto que não estava no espírito da coisa. No entanto, tenho que realçar que os óculos eram giros, cheios de estilo, parecíamos todos pseudo-intelectuais a apreciar arte. No meu caso, não a quatro olhos, mas a seis. Mas fiquei a pensar, se tivesse que descer à terra encarnada num avatar qual seria a forma ideal.

2 comentários:

Marquês de Sade disse...

Não vi o filme e, para dizer a verdade, não tenho curiosidade...
Estou-me a guardar para o SAW 6 ;)
E tb detesto povo que fala durante um filme!
Bjinho

SkullBo disse...

Eu também odeio que as pessoas falem durante o filme mas vi o filme e adorei.