31 de outubro de 2011

Poetiza-me

Poetiza-me
para escreveres
sobre mim

Poetiza-me
para me leres
quando quiseres

Poetiza-me
para poderes
me des folhar

Poetiza-me
para me teres
só para ti

Porque eu não quero que vos falte nada

"Saiba qual é o seu número na população mundial

Com a população mundial a atingir os sete mil milhões de pessoas, descubra qual é o seu número neste total e quantas pessoas nasceram antes de si."
http://www.bbc.co.uk/news/world-15391515 vá, vão lá ver!



Eu, nem sei ler este número...
When you were born, you were the:4,090,100,233rdperson alive on Earth78,461,156,920thperson to have lived since history began

7 de outubro de 2011

Ácaros

Será possível que alguém do exterior entre no meu router e consiga ligar-se à minha internet? 
Foi o eu pensei quando estava a ver o discurso do Presidente da República na TV, sem som, e percebi que havia um ip a mais ligado através da minha rede. Será possível que também consigam ler os meus emails? Hum…?

6 de outubro de 2011

Lembram-se desta mensagem? Afinal, não é bem assim...porque há quem consiga chegar lá.
“O teu tempo é limitado, por isso não o gastes a viver a vida de outra pessoa. Não caias na armadilha do dogma, que é viver de acordo com os resultados do pensamento de outras pessoas. Não deixes que o barulho criado pela opinião dos outros silencie a tua voz interior. E, acima de tudo, tem a coragem de seguir o teu coração, a tua intuição. Por uma razão qualquer, eles já sabem o que tu queres ser. Tudo o resto é secundário.” Steve Jobs

16 de setembro de 2011

Passos de Coelho

Isto não é uma piada política. Demorei uns bons meses para perceber que o senhor não se chama Passos de Coelho, mas sim e apenas Passos Coelho, e foi porque me chamaram a atenção. Até tem a sua piada, nos tempos que correm.

13 de setembro de 2011

Mulheres: nunca tenham uma relação com um fã dos Smiths

O que se aprende sobre alguém pela sua colecção de discos? Tudo. Quase tudo...
ver aqui porquê.






7 de setembro de 2011

A Psicologia está para a Educação e Formação, assim como o Belenenses está para o Futebol. Todos sentem um carinho especial, mas ninguém acredita que algum dia atingirá uma posição de destaque.

31 de agosto de 2011

360º

Não há melhor maneira de descrever o meu último dia de férias. Acordei cedo, estive em vários serviços públicos, tomei várias decisões sobre o futuro, e agora posso dizer que a minha vida deu uma volta de 360º. É sempre assim que me sinto quando contacto com serviços úteis. Que bom é voltar ao início, depois de dar umas voltinhas. Fiquei com vontade de andar de carrinhos de choque, logo agora que a feira aqui da terra já acabou. E a Feira Popular? Onde é que se pode andar de carrinhos de choque neste país? Depois queixam-se que as pessoas conduzem de forma agressiva.

29 de agosto de 2011

Para mim, não existe actividade mais estupidificante do que a realização de qualquer uma tarefa doméstica que não inclua água. Por exemplo, depois da técnica da paragem de pensamento, passar roupa a ferro está mesmo no top 10 das actividades mais estupidificantes que existem, juntamente com a meditação com vocalizações.

23 de agosto de 2011

O meu amigo virtual Edson Marques diz que “Toda emoção é produto do raciocínio.”. Pensei, pensei, e acho que não concordo. Se assim fosse, como explicar o facto de eu pensar uma coisa, sentir outra e, no fim, no agir, fazer exactamente o contrário do que queria. A coisa até corre bem quando ajo ao contrário do que o que penso, o pior mesmo é quando ajo ao contrário do que sinto. Não, a emoção não é produto do raciocínio. Mas o raciocínio, esse sim, é toldado pela emoção. E por favor não me contrariem nesta última frase, que eu não conseguiria lidar com a frustração de alguns dos meus actos.

Ou nunca mais..."  , e isso eu concordo. 

22 de agosto de 2011

ando um bocado mística




Culpa

- Preciso muito de falar contigo. Porque não apareces no skype?
- Chego cansada e não me apetece ligar o computador.
- Mas precisava de falar contigo. Preciso de uma opinião.
- Liga-me.
- Assim não gastamos dinheiro.
- No telemóvel também não.
- Mas não dá para transpor emoções por telemóvel.
- Nem por skype. Diz lá, o que se passa?
- Mas ao ver a tua cara dá para perceber melhor...
- Dá para perceber melhor o quê?
- O teu ar de reprovação.
- Ah? Mas se já sabes que vou reprovar porque queres falar comigo?
- Para dividir a culpa. Tu sabias e não me impediste…
Como a parte do estar apaixonada é verdade, pela vida acima de tudo, nunca vos maçaria com posts lamechas.  Deixo-vos aqui uma musiquinha para alegrar o dia. Love, Love, Love.

21 de agosto de 2011

Estou apaixonada

Estou oficialmente apaixonada. Descobri da pior maneira, daquela maneira que estou apaixonada mas ele não. Por isso, o que se avizinhava como posts cheios de coraçõezinhos e sobre o que a vida tem de bom, vão ser substituídos por posts lamechas sobre o fado, o destino, o karma. Sim, porque só pode ser karma, eu não tenho culpa nenhuma. Os meus amigos dizem que eu estou a exagerar. Mas, na verdade, quando alterei no facebook o estado civil para numa relação, os meus amigos fizeram like!. Só aqueles mais próximos, embirrantes e invejosos, é que me disseram que talvez fosse melhor não dizer o que sinto a toda a gente, e que o facto de ele me dar atenção não queria dizer que gostava de mim, que não havia nenhuma relação, enfim. Entre todos os meus amigos, só ele é que me perguntou com quem é que eu estava numa relação. Na altura não percebi, achei que era um sinal. Quando estamos apaixonados a nossa percepção fica um pouco distorcida. Bem, decidi alterar o meu estado civil de novo, e os meus amigos colocaram um smile triste. É bom ter amigos assim, e poder partilhar os meus sentimentos sem medo.

Estou com saudades do trabalho. É mentira, mas não faz mal. Foi o mote para escrever este post todo no lugar do título, só para relembrar os e-mails que recebo no trabalho com os assuntos todos escritos e desenvolvidos no lugar onde diz Assunto.

20 de agosto de 2011

there is no spoon

Às vezes quando parece que o dia não podia acabar pior, nós conseguimos torná-lo pior. No meu caso não preciso de muito, não preciso de discutir com ninguém, sair à rua à espera que uma situação menos boa aconteça, não, simplesmente fico em casa e deixo o meu pensamento fazer o resto. E não é que consigo. Às páginas tantas, tentei fazer o mesmo com o objectivo contrário. Para o dia me correr mesmo bem, deixei de interagir, não saí à rua, fiquei em casa e deixei o meu pensamento fazer o resto. E não é que consegui.

Vamos fugir

Isto hoje não está a correr nada bem, deve ser do tempo. Não sei se vale repetir textos, mas como ando armada em calona aqui vai um com uma pequena adaptação de um texto antigo. Até porque é tempo de férias, o dia está xoxo, o tema deste mês da fábrica de letras é fugir, e para mim fugir rima com escrever.
Ando a passear na vida. Nos últimos cinco anos vivi em quatro sítios diferentes. Está bem que em dois dos sítios foi apenas um mês. Mas não interessa o tempo que se passa em cada sítio, pois eu ouvi dizer que integramos em nós um pouco dos sítios por onde vamos passando, e esta ideia assusta-me. Nos últimos anos, mudei de casa quatro vezes. É verdade, quatro vezes! Embora seja uma das coisas que me causa mais stress (concluí isso hoje, ou há dois anos atrás), posso afirmar que tem algumas vantagens. Ver a nossa vida em malas de viagem, caixas de papelão e sacos de plástico, não é deveras agradável, mais que não seja pelo lado simbólico da coisa e também devido ao pó que carregamos connosco (para além de outras coisas vivas que podem aparecer pelo meio). Mas, deixo de fora as coisas fúteis que nos habituamos a coleccionar e as novas tecnologias ajudam a ter sempre próximos aqueles que são importantes e que carregamos simbolicamente em números de telefone e endereços de e-mail! Não fosse a máquina de lavar roupa, que tanto pesa e falta faz, poderia dizer que comigo só precisaria de levar o telemóvel e o computador portátil. Fora os exageros, e embora não saiba explicar, tenho outras coisas que me acompanham e não deixam de ser muito importantes e que causam alguns transtornos na hora da mudança, como por exemplo, os livros que nunca li, os que li, e todos os suportes de velas que me vão oferecendo ao longo destes anos e que não ficam bem em lado nenhum, entre outras coisas. Mas, esse lado simbólico que já referi, nem sempre é mau. Mudar, pode causar um sentimento agradável. Começar de novo, permite-nos só levar connosco aquilo que realmente interessa. Essa é a grande vantagem das minhas últimas mudanças, só levo comigo de volta o que realmente interessa e faz falta. E, devo dizer, que cada vez carrego menos "coisas materiais" comigo. Este assunto poderia tornar-se bastante poético, mas não é o que pretendo. Até porque não faço intenções de mudar de casa tão cedo. Digo assim, para não dizer nunca mais, pois não se deve dizer nunca. Desde os catorze anos que ameaço fugir de casa, fugir é um verbo que me acompanha já há bastante tempo. Por exemplo, a minha família e os meus amigos já nem ligam a este assunto. Sim, sim, foge, foge, dizem eles quando tento iniciar o assunto. Também fujo de outras situações, como por exemplo, chamar as coisas pelo nome. Este texto é para a fábrica de letras, sobre o tema fugir, e eu escrevi sobre mudanças. O que é que as minhas mudanças de casa têm a ver com fugir? Podem não ter nada a ver, ainda assim foi o que me apeteceu escrever.

18 de julho de 2011

1 de julho de 2011

É fim de semana

Sabem aqueles dias em que apetece tanto escrever que até dá um certo medo? Euforia. Pois é, amanhã vou ter ler outra vez o que escrevi, então é melhor ficar por aqui.
Estou oficialmente de fim de semana, se é que vos interessa saber.

24 de junho de 2011

cagarro

Ando um bocadinho aborrecida, entediada mesmo. E quando penso que cheguei ao fim do Google, eis que me deparo com o cagarro. Já tinha ouvido falar que havia pessoal a acasalar em directo na net sem saber, e agora também o coitado do cagarro. Deve ser mais coitada da cagarra, ela é que deve estar a ser vigiada sem saber, porque macho que é macho até gosta de participar nessas coisas.

Sabiam que o fim de semana perdeu os hífenes?
Tenham calma, a estrela-do-mar manteve.

22 de junho de 2011

Karma

Quando eu estou quase a acreditar que existe o Karma, mesmo mesmo quase, surge a questão íntima, que vem mesmo mesmo do interior, que se prende com o que estou a fazer aqui, neste local, com esta companhia, agora, neste preciso momento? E é nesse preciso momento que passo a acreditar em vidas passadas.

Se eu tivesse dias como tenho horas

Como a minha mãezinha diz, ai se eu tivesse dias como tenho horas. No caso dela, parece que a vida seria bem pior. No meu caso, o mesmo vale para algumas horas mas com a certeza que se isto acontecesse já não estava por cá para contar a história. De resto, prefiro pensar nas outras, nas boas. Ai! Ai! Se eu pudesse prolongar as minhas horas em dias, só aquelas, aquelas que eu quisesse.


isto agora dá para adicionar um local? Hum?

21 de junho de 2011

6 de junho de 2011

ó tempo volta pra trás

Santo António
Santo Antoninho
faz com que esta segunda-feira
se transforme no domingo

2 de junho de 2011

Diz-me que TV vês e dir-te-ei com quem andas.

A diferença entre uma pessoa feliz e uma pessoa infeliz vê-se sobretudo na forma como interage com o outro. Há quem realce todas as qualidades que vê no outro, há quem realce todos os defeitos que vê no outro. E vocês sabem como nós nos influenciamos todos uns aos outros através das relações que fomentamos, as expectativas e esperanças mútuas que cultivamos. Assim sendo, temos que escolher. Diz-me com quem andas e dir-te-ei quem és.

9 de maio de 2011

“Podem encarcerar um rato ou um homem, mas não podem encarcerar uma ideia”


Ideia descaradamente roubada a um amigo facebookiano

5 de maio de 2011

Dear Troika

Dos 78 mil milhões de euros, eu gostava que me dessem:

A camisola de alças, azul, da Bershka.
Aquelas sandálias das fitas da H&M, pode ser em preto.
O Passe completo do Super Bock e do Optimus Alive. Com o Músicas do Mundo eu cá me arranjo.
Uma tenda daquelas que se monta sozinha. Eu tenho uma das antigas, grande, mas andei a escrever umas coisas a caneta, datas e cenas assim, e agora não consigo apagar.
Um bilhete de ida para o Brasil, eu depois oriento-me para o regresso.
A renovação do meu contrato de trabalho. Eu sei que vocês não andam a dar-se muito bem com o ministro das finanças, mas vejam lá isso. E olhem, eu não escrevo post´s no horário de trabalho, são todos agendados.
Se não for pedir muito, gostava de ter consultas vitalícias de Psicoterapia e também abastecimento vitalício de gasolina. A gasolina pode ser de postos da Galp.

Look forward to hearing from you
Tulipa

P.S. Se tiver que escolher entre o Super Bock e o Alive, prefiro o Superbock.

2 de maio de 2011

Desabafo

Não sei se aguento tantos dias seguidos a trabalhar. Já repararam que este mês não tem feriados em dias úteis, nem pontes, nem nada.

28 de abril de 2011

think pink



1 de abril de 2011

Entre " "

Dizem os meus amigos, e os que me estão mais próximos, que eu tenho um grande sentido de humor. Até pode ser grande, mas é demasiado sarcástico e irónico, não me orgulho muito. Custa-me, por vezes, a incompreensão e a estranheza dos outros. Tento mudar, tento, mas não é fácil. No outro dia fui à festa de aniversário de um amigo que já não via há uns anos. Não conhecia ninguém, mudam-se os tempos mudam-se os amigos, o que é muito bom. Foram todos muito simpáticos comigo. Uma amiga dele disse que eu tinha muito sentido de humor, um amigo dele disse que eu era muito engraçada. Depois de tantos elogios, acabei a noite a contar-lhes aquela história em que eu ia a conduzir e um carro abrandou ao meu lado, baixou o vidro e gritou: Palhaça!!.

10 de março de 2011

Sublimação

Fui ver o discurso do rei, e o filme até se vê bem. É sobre um rei gago. Mas o mais importante do filme para mim foi aquela mensagem que passa em que o terapeuta que não era diplomado mas que era terapeuta, ao contrário dos terapeutas que têm diploma e são chamados os doutores, consegue estabelecer uma relação de intimidade com uma pessoa que não sabia bem como isso se fazia. E depois no fim, com algumas técnicas, o rei consegue fazer um discurso sem gaguejar. Eu gosto de contar os finais dos filmes. Sim, e acho que se devia apostar mais em filmes baseados em histórias verídicas.

3 de março de 2011

Pensamento positivo

Que mania de frustrar os jovens. Por esta e por outras razões eu acho que devia de haver uma selecção, não natural, dos educadores de hoje em dia.

O meu irmão, ontem ao almoço, veio-me com a conversa que uma das suas professoras da faculdade disse “desculpem-me meus amores, mas aquela história do pensamento positivo é tudo mentira”. Segundo ela, que provavelmente estava a falar de causalidade mas explicou-se mal, não interessa pensar positivo porque as coisas boas não vão acontecer só porque eles querem. O pensamento não tem força para mudar o sentido dos acontecimentos.
O quê? Hã? Só disse isso?? Nem deu as referências bibliográficas de autores? Nem vos disse o nome de nenhum site na internet para pesquisarem? Não falaram mais do assunto? Foi assim a seco? E toda a gente acreditou? Eu, numa tentativa de mudar o rumo dos acontecimentos, e porque só tenho uma hora de almoço, expliquei-lhe que a professora não tem razão.
“Mano, meu amor, grande estúpida que ela é. Anormal! Se pensares positivo, se desejares muito mas muito mesmo uma coisa, todas as tuas acções serão canalizadas nesse sentido, todas as pessoas que te rodeiam irão perceber os teus desejos, e então as probabilidades deles se realizarem serão muito maiores. E depois existem aquelas coisas todas que não sabemos explicar e que dão sabor à vida, e que fazem as coisas acontecer. Acredita, acredita sempre que sim. Não ligues pá, a gaja é parva e anda a descarregar as frustrações em cima de vocês. Foge de pessoas assim.“


E depois, quando ia a conduzir de volta ao trabalho, lembrei-me também da música dos Deolinda, daquela dos parvos.  Pensei que talvez se a música fosse feita no sentido positivo talvez tivesse um efeito mais transformador, e se tornasse um bocadinho menos chata. Mas isto sou eu, que gosto de coisas que causam outro tipo de contestação.

23 de fevereiro de 2011

transformações químicas

É conhecida a relação que as mulheres têm com as máquinas. Eu, que não gosto de estereotipar, posso afirmar que a minha relação com tudo o que seja mecânico é puramente funcional. No entanto, nem sempre funciona. Embora nunca me tenha dado para abrir e desmontar as peças (muitas vezes), acho sempre que as máquinas podem ter utilidades para além do que é óbvio. Mas a física e a química são ciências para além do óbvio e a máquina de batidos não dá mesmo para bater claras em castelo, garanto-vos.


“Já deves ter observado cozinheiros a bater claras em castelo. O que acontece neste caso, é uma transformação química por acção mecânica. Este tipo de transformação pode ocorrer por fricção, sendo um exemplo o acender de um fósforo, ou por choque, como no caso da nitroglicerina, substância líquida muito instável que quando se atira uma gota ao chão, esta explode.”

14 de fevereiro de 2011

Não podia deixar passar este dia em branco

até porque tenho muito pouco para dizer ultimamente. Mas, neste dia, quero partilhar uma crença minha. Acredito que no amor existe uma lei equivalente àquela que diz “olho por olho, dente por dente”. É das leis mais antigas que existem, é a lei da retaliação. Eu subscrevo, em relação ao amor.
Amor com Amor se paga. Assim, se quiserem algo mais moderno.

Ponham-se a jeito e espalhem o vosso Amor como um vírus, é o que se me apraz dizer neste dia dedicado ao amor romântico. E boas colheitas. Isso, e algo assim mais cor-de-rosa.
Para os mal amados, desesperançados, para os agarrados à coca, ou simplesmente para quem não sabe o que estou a falar, aqui fica a notícia do dia: Paixão. O Cupido atinge numa fracção de segundo e um beijo sabe a cocaína.


10 de fevereiro de 2011

Agora que todos falam do filme Cisne Negro, que ainda não vi, lembrei-me de rever este. Este sim, além de ter a  Natalie Portman, vale a pena ver. Ou, no melhor dos casos, rever.
         Léon, the professional - Luc Besson, 1994

4 de fevereiro de 2011

Exaltação, só porque já é sexta-feira

- Gostas de ler?
- Sim, gosto muito.
- Ok. E o que costumas ler?
- Hum... Gosto muito de Florbela Espanca…
- Por alguma razão em particular?
- Não sei…transmite-me paz.
- … eu venho já … só um momento…
(ahahhahahaahhaah)

30 de janeiro de 2011

Manual de auto-ajuda

Premonições. Se o teu fim-de-semana foi bom, nada durante a semana será capaz de te perturbar.

20 de janeiro de 2011

Fui assolada por uma dúvida existencial

Eu já tinha decidido votar em branco no próximo dia 23 de Janeiro, mas deparei-me com esta informação. Bem, eu até já sabia. E agora? Sobra o José Manuel Coelho, mas não sei se consigo.

(roubada daqui e daqui)

7 de janeiro de 2011

Já está disponível desde Abril, mas eu só descobri hoje. Viva o facebook! Vale a pena saber e partilhar.

4 de janeiro de 2011

Por falar em Carnaval

Eu já tinha demonstrado a minha preocupação com os nossos vizinhos. E eles não param de me surpreender. A verdade é que tenho um bocadinho de inveja, pelo menos têm animação à séria, aqui não se passa nada. A nossa polícia só se preocupa com bens materiais, coletes à prova de bala, carros blindados, pistolas, enfim. Pelo menos em Espanha pensam no bem-estar da polícia.
Segundo a revista Visão, polícias espanholas posaram como criminosas para um calendário. A ideia era brindar os colegas, amigos e familiares, com um presente original. Mas parece que os polícias não gostaram da ideia. Eu acho que são uns grandes aldrabões.

Carnaval

Quando eu já tinha começado a pensar em escrever um post a ironizar sobre qual a próxima temática que irá bombar na blogosfera, pós época natalícia, recebo um sms a informar-me que vão iniciar aulas de Dança de Carnaval no Ateneu Comercial de Lisboa. Há pessoal muito à frente, assim não dá para inovar. Se isto continuar assim, acho que vou ter que comentar o discurso de ano novo do Presidente da República.

3 de janeiro de 2011

Ode to 2010

No consultório

Ele- bons olhos a vejam!
Eu- espero bem que sim!
Ele- o que te traz por cá?
Eu- apareceram-me umas manchas no corpo.
Ele- despe-te.
Eu- toda?
Ele- comeste alguma coisa estragada?
Eu- que eu saiba, não.
Ele- foste comida por alguma coisa estragada?
Eu- hã!?
Ele- podes vestir.

2 de janeiro de 2011

tem a sua piada

Esta passagem de ano, esqueci-me de comer as passas.

31 de dezembro de 2010

Feliz 2011!

E porque é mais fácil identificarmos aquilo que não queremos, eis uma lista de coisas que não vou fazer/ser/ter/sentir em 2011: fazer promessas; fazer fretes; conhecer a Austrália; ir ao Optimus Alive; mudar de casa; sentir pena; fazer resoluções de ano novo; fazer ser calimero; mudar de namorado; ser vegetariana; fazer horas extras; ameaçar que deixo de fumar; ter medo; acabar com o blog; destratar colegas de trabalho; mudar de carro; fazer-me ser lamechas; dizer mal do Cavaco Silva, mesmo se ele ganhar as eleições; escrever post´s sobre o acordo ortográfico de 1990; tornar-me activista ambiental; baixar-me; mostrar o cu e as unhas dos pés; perder o desejo; queixar-me da vida e de mim e da culpa da vida em mim e da minha culpa na vida; matar gente e animais; fumar droga; ter sentir preconceito; casar; emagrecer; comer ovas; baixar as armas; e fazer promessas, acho que esta já disse; e deixar de vos desejar um ano novo cheio de felicidade. Feliz 2011!

28 de dezembro de 2010

New York, I Love You

Eu gosto da passagem de ano, e gosto de festas em geral. Adoro locais com muita gente, em grande exteriorização de emoções, como por exemplo concertos de música. Já tentei fazer o mesmo raciocínio para tentar gostar de ir ao centro comercial, ou somente para ganhar coragem para ir a um supermercado, mas não resulta. Também não participei na greve geral, mas foi por outros motivos que não vêm ao caso. Isto para vos dizer que sempre que me perguntam onde é que gostava de passar a grande noite, a minha resposta é que gostava de passar na rua. Gostava de passar em NY, em Paris, em Londres, em Praga, em Roma, mas também podia ser em Lisboa ou em qualquer outra cidade do país. A verdade é que não convenço ninguém que amo para cometer tal proeza, vá-se lá saber porquê. Também é por essa razão, que a única tradição de ano novo que ainda não quebrei foi ir à janela, quintal, ou porta da rua dependo dos locais onde estou, assistir ao barulho que se faz após as 12 badaladas. Adoro o barulho da alegria e da euforia, sim eu sei, eu sei que é meio estranho. Houve um ano que convenci o corajoso, que estava cego de paixão, e passei a meia-noite no Terreiro do Paço. Para além da observação sociológica de tal acontecimento, e embora tenha aberto a garrafa de espumante antes da hora, o que explica em grande parte todos os meus acontecimentos de vida nesse ano que entrou, a experiência foi positiva o suficiente para continuar a desejar passar o ano na rua. Mas, embora goste de assistir a manifestações de emoções e afectos dos outros, gosto principalmente de participar nas manifestações de emoções e afectos daqueles que amo e, na hora da escolha, fico com eles.

Desejos, tem tudo a ver com desejos

Se não desejares, morres por dentro. A minha amiga D. está entusiasmadíssima a organizar os festejos da passagem de ano e, como se não bastasse tamanha tarefa, já me arranjou pelo menos mais duas festas para Janeiro de 2011. O entusiasmo é tão grande que aproveita todos os telefonemas de boas festas para combinar um fim-de-semana fora de Lisboa. É uma exagerada, digo eu. És uma engonhada, está a fluir, diz ela. Ela gosta de ver as coisas a fluir. E a vida divide-se precisamente entre quem gosta da preparação, de ver as coisas fluírem, e entre quem só se interessa pelo resultado final. Por esta razão, e por outras razões, é importante que não faltem as passas na grande noite, e que não faltem os desejos no ano inteiro. Poucas pessoas entenderam quando disse, em meados de Dezembro, em jeito de resolução de ano novo, que ia mudar de vida; e à pergunta “o que vais fazer de novo?”, respondi com “vou comprar uma mesa extensível para a sala de jantar”. Na vida, como num grande jantar de amigos, que nunca falte o prazer da escolha dos ingredientes, do tempero, da confeição e da confecção, que nunca falte o prazer da preparação da mesa; e, mesmo que no final o cozinhado não corra assim tão bem, que fique sempre o grande desejo de haver mais e mais.

21 de dezembro de 2010

14 de dezembro de 2010

liberdade, ai a liberdade

Uma Sra. tentou enganar a minha colega de trabalho. Resumindo, cometeu pelo menos um crime que consigo identificar, plágio. Claro está que tentar enganar alguém que está a trabalhar também deve ser crime, só não sei o nome. A Sra. não compreendeu o nosso ponto de vista, não consegue compreender porque é que plágio é crime, e nem consegue compreender porque é que a minha colega se sentiu enganada. Eu sei como a Sra. se sente, eu também acho isto tudo normal, estamos no Sec. XXI, temos internet, e já perdi a conta a quantas vezes eu vi e ouvi falar de um senhor que violou a privacidade de várias pessoas e instituições, mas que parece ser aclamado como um Robin Hood da Diplomacia, um impulsionador da Democracia, e pior, sim, muito pior, um defensor da liberdade de expressão.

Viagem, ou viagens

É um dos meus desejos para 2011, uma viagem, várias viagens, muitas viagens. E nem de propósito, recebo um e-mail com esta maravilhosa aterragem em Lisboa.

Paz no mundo também não vale

Sugeriram-me a elaboração de uma lista de 12 desejos para 2011, não materiais, que não se traduzam necessariamente na aquisição de bens materiais, e olha que não é tão fácil como parece. Mesmo podendo incluir viagens, sim, as viagens podem ser incluídas porque embora sejam físicas têm como objectivo alimentar a alma. Pode também ser incluído a formação pessoal, ou neste caso, aumentar a formação pessoal/profissional. Experimentem lá. Ou então não. O objectivo é só alertar-vos (ou chatear-vos, depende), nesta época natalícia.

10 de dezembro de 2010

Ainda bem que já é sexta-feira

Ela disse: Zona pélvica aos pulsos











Eu percebi: Zona pélvica aos pulos

7 de dezembro de 2010

Sobre a (in)coerência (in)terna

Não chames a ti própria nomes feios se desejas que os outros te chamem o contrário. Primeiro, as pessoas saudáveis que te rodeiam não compreendem comunicações disfuncionais, ficam-te a sobrar as outras.  Segundo, corres o risco de tu própria acreditares. E, se tu própria acreditares, passa a ser uma verdade absoluta.

6 de dezembro de 2010

viva a crise

Os nossos vizinhos estão-se a passar. Primeiro uma campanha em que apelam ao voto, comparando o acto com o prazer do orgasmo. Agora decidem levar a cabo uma campanha, lançada na semana da luta contra a sida, a incentivar o uso do preservativo, afrontando directamente a igreja. O que virá a seguir? Só faltava colocarem o Cristiano Ronaldo em trajes menores num outdoor.

3 de dezembro de 2010

Resoluções de ano novo, ou não cometer duas vezes o mesmo erro é sinal de inteligência

Gosto sempre de fazer a retrospectiva do ano, esta época presta-se a essas coisas. Na última passagem de ano, bebi um bocado demais, repeti o mesmo desejo doze vezes enquanto engolia as doze passas. A coisa não correu muito bem, grande parvoíce, é por isso que são doze passas e não é só uma. Pede-se doze desejos para podermos diversificar, aumentar as hipóteses de pelo menos um se concretizar ao longo dos doze meses seguintes. E eu, armada em esperta, gulosa, pedi doze vezes o mesmo desejo. Realizou-se, mas depois fiquei sem mais nada.

Sexo é a única actividade em que estamos concentrados

“A nossa vida mental é invadida a um nível considerável por quem não está presente,” excepto durante a actividade sexual – revela um estudo de uma equipa de investigadores de Universidade de Harvard publicado esta semana na revista Science.
Eu ando com algumas dificuldades de concentração no trabalho, e tenho tanto mas tanto para fazer, e há ali um colega que até é jeitoso, será que devo? Será que os meios justificam os fins? Será esta a única forma de colocar o meu trabalho em dia? Os cientistas dizem que sim, e eu acredito na ciência.

2 de dezembro de 2010

Adoro o Natal

Ao contrário da maioria das pessoas não fico deprimida no Natal, não fico nostálgica, não fico com vontade de fazer compras nem de oferecer presentes. Fico com vontade de matar toda a gente, principalmente nos maravilhosos feriados que caracterizam a época. Tornam um dia normal num inferno, não se pode ir às compras, nem para comprar bens essenciais como papel higiénico, os trajectos mais simples e curtos tornam-se num inferno mesmo não estando tempo para ir à praia. As pessoas ficam mais mal-educadas, menos respeitadoras, e o bem comum torna-se num pacote de leite, de arroz, numa garrafa de óleo, ou qualquer outro alimento que tenha um prazo de validade mais ou menos longo. Locais como os parques de estacionamento dos shoppings, filas de supermercado, e outros locais afins, tornam-se um espaço privilegiado para analisar as virtudes que desabrocham nesta época natalícia.
Mas, pelo menos isto, parece-me que este ano bateram-se recordes.

29 de novembro de 2010

Não deixem de observar os sinais

Está tudo escrito nos sinais...recebi por email e decidi partilhar. Para não engravidar e não só. E também porque está a chegar o dia 1 de Dezembro, aproveito para antecipar a comemoração.

26 de novembro de 2010

mudando de assunto

It takes courage to be
True friendship demands risk: giving someone something which they could humiliate you with. Writing as friendship. Alain de Botton


É que parece que foi escrito mesmo para mim.

25 de novembro de 2010

sobre o tempo

Eu prefiro pensar que o tempo não falta, assim como não se gasta, nem se perde, vive-se. Assim, enquanto houver vida, o tempo vive-se. Bem, de preferência.

Eu interajo, tu interages, nós interagimos

Há quem leve os blogs muito a sério. Mas isto é puro entretenimento. Tem dias que até parece uma produção da TVI. Há melhor maneira de alienarmos o nosso tempo do que navegar por aqui, ler o que de tão importante os outros têm para dizer, reflectir sobre os temas profundos ou não, deixar que um pouco de nós transpareça através da partilha, e que o tempo passe? Eu gosto de falar sobre o tempo, aquele que passa por nós, e também sobre outros assuntos. Sei o poder que as palavras ganham depois de proferidas, faladas e escritas, por isso não me canso de falar e escrever com os outros. Com vocês. De interagir com vocês.


interação
s. f.
Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um duplo clique. Experimente!
interação (àç)
s. f.
1. Influência recíproca de dois ou mais elementos.
2. Psicol. Fenómeno que permite a certo número de indivíduos constituir-se em grupo, e que consiste no facto de que o comportamento de cada indivíduo se torna estímulo para outro.
3. Fís. !Ação recíproca que ocorre entre duas partículas.
Fís. !interação forte: a que tem um curto alcance e que é responsável pela estabilidade do núcleo atómico
Fís. !interação fraca: a que ocorre entre leptões.
http://www.priberam.pt/dlpo/default.aspx?pal=interação

23 de novembro de 2010

síndrome de operária fabril

Neste momento estou a sofrer da síndrome de operária fabril. Nada contra a profissão que simbolicamente escolhi para manifestar uma ideia, mas sinto-me como se vivesse no final do século XVIII. Após a migração para residir perto do local trabalho, a instalação no meu cortiço, só me resta trabalhar. Ainda bem que quarta-feira é feriado, sempre dá para descansar um pouco.

17 de novembro de 2010

Entre um beijo e outro beijo

- Eu tenho um gosto especial pelo lado negro da condição humana.
- desculpa, mas não te vou acompanhar nisso.
- o que eu queria dizer é que gosto de pessoas diferentes.
- não te quero abandonar, mas não vou compactuar com isso.
- vou explicar: quando conheço uma pessoa foco-me nas coisas menos boas da personalidade.
- achas que podias gostar de um criminoso?
- provavelmente não. Mas não é mesma coisa.
- é exactamente a mesma coisa. Não irias gostar de alguém que cometesse um crime porque está fora dos padrões que tu estabeleceste como os teus.
- mas o que eu queria dizer é que se conheço uma pessoa, o que me cativa é o que ela tem de diferente.
- nós gostamos daquilo que construímos como o nosso referencial de interesses e de valores. Não ias gostar de alguém que fizesse mal a ti ou aos outros?
- não estás a perceber. Por exemplo, conheci o que se pode chamar de uma “regular person” que a única coisa que tinha de diferente era gostar de pescar à beira-mar sozinha. Eu fixei-me na ideia “o que leva uma pessoa a ir pescar sozinha? O que será que pensa quando está a pescar?” e ignorei qualquer outra qualidade que pudesse ter. O meu interesse passou a ser o descobrir o que leva uma pessoa a ir pescar sozinha.
- já alguma vez foste pescar à beira-mar sozinha?
- não, nunca.
- Já experimentaste perguntar porque é que essa “regular person” vai pescar à beira-mar?
- não.
- mas sabias que existem muitas pessoas que pescam sozinhas? E também há quem jogue golfe, corra, pratique surf, btt, etc., e não revele dessa forma o lado negro da personalidade. Acho que precisas de rever uns conceitos.
- sim, era só um exemplo, mas o que eu queria dizer era…
- que não gostas de “regular persons”?
- isso mesmo.
- mas devias, assim elas iam gostar de ti também.

16 de novembro de 2010

Probabilidades

Pensar nas probabilidades. É um pouco estranho pensar assim, é como ter a possibilidade e não fazer só porque não sabemos se vai resultar. Isto aplica-se a tudo na vida. A previsão só existe porque há a possibilidade do erro, pela probabilidade de haver uma escolha diferente. Eu faço previsões só pelo facto de saber que existem possibilidades diferentes. Então, qual é a lógica de não fazer? De ficar à espera para ver o que vai acontecer? Ou vou mudar o destino? Mudar o destino, mudarmo-nos a nós, e mudar o que está à nossa volta. Não é fácil, está cada vez mais difícil. Eu faço e aconteço, eu escrevo e digo tudo o que deve ser feito, e não ajo. Tenho que agir, para depois contar como foi. Estou com verborreia de pensamento, quando deveria de ser de atitudes. Quem escreve seus males espanta, assim como quem canta, e assim como quem dança. Já vos tinha contado que sou apaixonada por dança?

11 de novembro de 2010

Medo

Acabaram de me dizer que a pior guerra é a que se trava sem medo. Sim, faz sentido. O medo faz-nos parar, pensar, delinear estratégias, e pensar em nós e nos outros. Só que às vezes é tarde demais, por medo não se ganha nem se perde, simplesmente não se participa. E isso não é bom, é aborrecido.

9 de novembro de 2010

Já há muito tempo que não colocava por aqui uma música e hoje lembrei-me que se tivesse que escolher uma banda da minha vida, hoje, hoje escolhia esta. E foi várias vezes a banda sonora da minha vida.

8 de novembro de 2010

A interpretação dos sonhos

Passei a noite a sonhar que estava a ser mordida no pescoço por um urso. Será que ando a ver demasiado National Geografic channel? Ou será simplesmente um sinal que hoje tenho que estar bem alerta na multidão e proteger-me de algumas pessoas? E escusam de vir para aqui dizer que os sonhos são desejos recalcados, porque isso é tudo mentira. Se assim fosse eu tinha tido uma noite mais animada, de certeza que tinha.

5 de novembro de 2010

Faz festas, a ver se cresce



Eu adoro massagens, daquelas tipo palpação ou apalpação também, com força e mais ao de leve, festas é que não. A única parte que cresce quando se faz festas eu não tenho. E não sou uma lâmpada mágica. A lâmpada mágica do Aladino tinha um efeito especial quando lhe faziam festas, saía um génio que satisfazia desejos. Mas eu não. Por isso mesmo, por essa razão, e por outras, massajem-me o ego mas não me façam festas que aqui dentro nada cresce. É que nem a admiração cresce assim.

1 de novembro de 2010

Novembro rima com não me lembro

Voltei devagar e vou tentar não fazer muito barulho. É que ando muito sensível a estímulos exteriores. Não gosto do mês de novembro. Estava a pensar que novembro era aquele mês que não há nada que lhe associe. O dezembro, mês do natal e prenuncio do novo ano. Janeiro, o mês de grandes transformações e projectos, até chegar fevereiro que é o mês mais pequeno, o do esquecimento, e que ninguém leva nada a mal. O mês de março é o início da primavera, o de abril o da revolução, e juntamente com maio, mês da nossa senhora e não só, começa a vontade de sair à rua, tirar a roupa, passear. Em junho começa a época balnear e a contagem decrescente para as férias. Julho é o mês de preparação, da pele queimada, e começa a rambóia que culmina no final de agosto. Setembro é o meu mês. Em outubro começa-se a sentir o outono, e este ano parece que também o inverno. Agora o novembro, o novembro não me diz nada.

19 de outubro de 2010

take us to ipod touch

Já por aqui falei no plano de combate contra a crise que se instalou. Vem aí a fome, mas quero que a criatividade nunca acabe. Isso nunca. Porque pior que a crise financeira instalada, só mesmo a crise social que se adivinha. Já divulguei por aqui outros desejos, de várias pessoas, chegou o momento do desejo do Prezado. A verdade é que ele perdeu um iPod Touch que serve para fazer desenhos e não dá para fazer chamadas. Confesso que não faço ideia do que ele fala a maioria das vezes sobre isso (e também sobre outras coisas), mas se ele quer e não pode ter e quer ajuda, aqui tem a minha.
Vão lá e mostrem a vossa solidariedade. A mim podem continuar a enviar-me postais.
Sabem aquelas pessoas que falam, falam, mas na hora h não fazem nada?
Sou eu. Mas é só hoje.

11 de outubro de 2010

Plano de combate

Tenho andado afastada, a pensar nas medidas de austeridade. Elaborei um plano de combate a estas novas medidas anunciadas. Vou começar por deixar de tomar o pequeno-almoço no café, também ando um pouco farta de meia-de-leite e pão com queijo. Vou tentar acordar mais cedo e fazer o percurso até ao trabalho sem ultrapassar o limite de velocidade estabelecido, logo vou poupar em gasolina (esta tem que ser “tentar”, pois tenho consciência das minhas limitações). Vou começar a levar almoço para o trabalho, esta medida já tinha sido por mim anunciada há algum tempo, mas agora é de vez. E, está directamente relacionada com a próxima, jantar todos os dias na casa dos pais e levar o almoço para o dia seguinte. Eles dizem que não percebem o que está acontecer, era suposto o número de pessoas por metro quadrado diminuir lá em casa, mas está a aumentar e exponencialmente; a pensão estrelinha passou a casa de pasto. Relativamente aos fins-de-semana, vou apostar nas actividades culturais gratuitas e há muitas (se quiserem eu dou umas dicas e dedico um post só a isso). Vou jantar ao indiano baratinho das Portas de Santo Antão e exceder-me apenas no vinho. Cinema uma vez por semana e sacar os restantes filmes da net (só até saírem em dvd, claro). De resto, o trivial, manter as luzes apagadas, tomar banho uma vez por semana… sim, eu sei que não têm nada a ver com isso, mas a crise chega a todos e é bom que a solidariedade se comece a manifestar desde já. Aceitam-se sugestões.

30 de setembro de 2010

28 de setembro de 2010

Muita parra e pouca uva

O ser humano é fantástico, e já foi o melhor cultivo de produção biológica. A uva também. A uva é um dos frutos mais antigos, dos que são conhecidos. Eu acredito, e constato todos os dias, que há coisas que não conhecemos. Se fossemos videiras bastaria colocar uma estaca e deixar a natureza fazer o seu trabalho, chegar alto, e no final poderíamos dar um bom vinho ou simplesmente muita parra e pouca uva. Nós somos um pouco mais complexos, de um momento para o outro, os sentidos enganam-nos, o preto passa a branco, a atracção passa a repulsão, o bom passa a mau, o doce amarga, a certeza passa a incerteza, as necessidades alteram-se. E é na pele, sente-se na pele. Acaba sempre onde começou. Celebramos a natureza como a vemos, imaginando que a celebramos como ela é, e bebemos um copo de vinho. Esquecemos o entretanto, esquecemos os meios. E fazemos um brinde. À nossa!

27 de setembro de 2010

Pensamento profundo para a semana

Tudo o que entra sai. E é assim que vou começar a minha semana. Acordei leve e com a certeza que num sistema aberto que sou, tudo o que entra sai. Não há trabalho, vicissitude, que fique por aqui. Merda! Se for tudo, mesmo tudo, confirma-se, não há bela sem senão.

22 de setembro de 2010

Eu não sou um rato, mas com choques eléctricos era mais rápido

Ando a sentir-me muito entediada. Ando com tanto tédio que até já fui ao médico. Este disse-me que ninguém morre de tédio. Acenou-me com uma anestesia geral, mas disse-me que dormir por tempo indeterminado está fora de questão. Eu sei que este tempo pós férias demora sempre a digerir e a entrar no ritmo, mas não me parece o caso. É um problema que está a tornar-se crónico. Está a tornar-se, mas não vai conseguir que eu não deixo. Descobri que, para além de acontecer no trabalho, a procrastinação pode assolar outras áreas da vida. Eu detesto pessoas inertes, quer intelectualmente falando, quer no sentido físico do termo. Sendo assim, não me resta outra alternativa, uma vez que dormir por tempo indeterminado está fora de questão, só me resta mexer. Quem espera sempre alcança, mas eu já não acredito em provérbios populares. Todos sabemos que parar é morrer, e que morrer é o contrário de estar vivo. A rotina mata. Todos devíamos fazer uma coisa nova diariamente, conhecer um sítio, uma pessoa, um sabor, uma música ou simplesmente olhar para um sítio, uma pessoa, um objecto, de forma diferente. A receita não sei bem qual é, mas uma coisa vos posso dizer: todos falam do Pavlov mas foi o Skinner que percebeu como a coisa funciona. Tentem lá realizar todas as sugestões anteriores no vosso dia-a-dia sem um reforço positivo, ou negativo para os mais pessimistas, e digam-me se resultou. Garanto, sem reforço positivo não resulta.

21 de setembro de 2010

Paulo Bento?

Já que andam todos a dar palpites sobre o novo seleccionador nacional, aqui vai a minha opinião fundamentada.
Eu sei que o Mourinho é português e tal, mas está em Espanha. ...o Ronaldo é português e também está no Real Madrid. Eu sei que o Barcelona é o maior rival do Real Madrid e tal...
Então, e por razões óbvias, eu quero o Guardiola para seleccionador nacional!

13 de setembro de 2010

No carrossel

Pai: por amor de deus, acelera!
Eu: ah?
Mãe: não estejas a incentivar a miúda a andar com velocidade!
Pai: o carro está todo atrofiado, tens que esticar as mudanças.
Eu: esticar como? Até fazer barulho?
Pai: por amor de deus, que totó, até às 4000 rotações…
Eu: estás a brincar? Enches tu o depósito?
Pai: Assim, atrofiadíssimo, o carro gasta o dobro. Se fosse eu a conduzir já íamos a 180 km/hora.
Mãe: tu és muito bom! Não estejas a incentivar a miúda a andar depressa.
Pai: antigamente eras uma acelera, deste-me cabo dos carros todos. Lembraste de partir a embraiagem? E quando te despistaste e partiste o cárter e quase fiquei sem carro? Agora coitadinha estás assim. Parece que vais ter é que substituir os travões…
Eu: coitadinha? Ah? Queres levar tu o carro?
Mãe: acelera! Ainda estava amarelo!
Eu: mãe! Estás a incentivar-me a passar sinais vermelhos?
Mãe: estava amarelo, quer dizer passar depressa…
Eu: espero que estejam a brincar comigo…

10 de setembro de 2010

Aprender à força

Inspirada nas tantas crianças que neste momento preenchem a minha vida, ando a aprender todos os jogos infantis, músicas da pequenada e até séries televisivas. Ao que parece as séries televisivas são um dos maiores divertimentos de hoje em dia, para todas as idades. Nas minhas fantasias infantis encontro jogos como o futebol humano, macaca, elástico, congela, escondidas, entre muitos outros. E não incluo aqui a sueca, porque foi mais tarde, fica mal e eu quero dar o exemplo aos mais novos. Na minha pesquisa fiquei meio apreensiva com o jogo do toca e foge, pela semelhança com os jogos da vida adulta. Este não é um jogo que me traga grandes recordações, faz-me lembrar os xutos e pontapés e isso é bom. Para quem não se lembra ou não conhece, o jogo consiste em basicamente nos aproximarmos de alguém, tocar, e fugir em seguida sem ser apanhado. O toque varia de intensidade e de local do corpo consoante a veleidade de cada um. É um jogo que requer alguma destreza física e inteligência e é bom para quem gosta de jogar de costas viradas para os outros e para brincar com crianças que ainda não aprenderam a andar, pois ganhamos sempre. Na minha luta por me tornar uma melhor educadora percebi que, como em tudo na vida, temos que nos adaptar aos tempos modernos. Não vale a pena tentar qualquer aproximação e atenção de uma criança se não souber de trás para a frente todas as músicas de todas as séries que passam no canal panda e afins. Esqueçam Hans Christian Andersen, talvez mais tarde e depois de ganharem a atenção cheguem lá.

7 de setembro de 2010

silly season

Agora que o verão está a acabar, que a rotina está a instalar-se com a mesma velocidade, concluo que as consequências da meteorologia não são causa-efeito. Eu questiono-me, e não consigo compreender, porque é que chamam à época que está a acabar de silly season se as pessoas são as mesmas ao longo do ano!? A culpa é sempre do tempo...

3 de setembro de 2010

A luz acesa tira o enigma, com a luz apagada não se vê nada, o lusco-fusco é o que me dá mais gozo.

Sobre o tema livre desta semana para a fábrica de letras, a única coisa que me veio assim à cabeça foi liberdade. Que original. Liberdade de expressão em particular. E se assistimos, vezes sem conta, a discussões sobre o assunto, principalmente através da comunicação social! A liberdade de expressão é o direito de manifestar livremente opiniões, ideias e pensamentos. Então porque é que escolho tanto as palavras, as ideias e os pensamentos que partilho por aqui? Porque é que assisto há 4 anos, é verdade já ando nisto há 4 anos, a pessoas que partilham connosco as consequências de expor desta forma o que pensam, que terminam blogs porque não aguentam a pressão e que chegam a ter problemas na real life? Porque a liberdade de expressão, no que diz respeito ao que se escreve no blog, para mim, é directamente proporcional à resistência à frustração de cada um. Eu sei que este assunto é um pouco mais complexo que isto, mas sempre que abordo por aqui um assunto mais difícil de gerir é uma ideia que tenho sempre em mente. É claro que já me arrependi de ter quebrado o anonimato, que confundi real life com real live, que disse coisas que “não são bem assim”, e também comecei a utilizar as etiquetas de propósito só para confundir mais, mas a verdade é que gosto mesmo disto.

2 de setembro de 2010

Só mais 5 minutos

Já utilizei esta estratégia uma vez e não resultou. Basicamente, resume-se a começar a escrever numa folha em branco tudo o que me vem à cabeça. Tem como objectivo o disfarce, mas também o treino para começar a trabalhar a sério. Quem olha, parece que estou a trabalhar, a escrever o mais elaborado dos relatórios e o parecer mais assertivo dos últimos anos. Mas não estou a fazer nada disso, estou simplesmente a escrever estas parvoíces para partilhar com vocês. Durou 5 minutos e eu não escrevo muito rápido, não tenho muito a dizer.

Sou eu que estou fascinada ou isto é mesmo muito bom?

1 de setembro de 2010

Um dia vou vender tudo o que tenho e vou viver para a praia. Espero que nesse dia consiga dar mais valor e compreender melhor a importância dos bens materiais. Hoje, não estou a conseguir.

31 de agosto de 2010

30 de agosto de 2010

Acordo ortográfico

Hoje, voltei a ter inspiração para escrever. Não, não é um caso de amor. Ainda não é. Dizem que pode começar com o sentimento contrário, se assim for talvez se venha a tornar. Mas a verdade é que se a paixão desperta os sentidos, logo desperta também a inspiração, o contrário da paixão também. Procurei antónimos da palavra paixão e encontrei tantos que não me decidi a escolher, na sua maioria eram antónimos de outras palavras também. Este é um problema da língua portuguesa. Alguém me dizia que é mais fácil compor música em inglês por essa mesma razão. Mas não concordo. Fui ao tradutor do Google e ele deu-me estas palavras, sinónimos de paixão:
1. passion
2. Passion
3. love
4. infatuation
5. flame
6. zeal
7. fire
8. ardor
9. glow
10. craze
11. mania
12. addiction
13. vehemence
14. rabidity
15. love-sickness
Ou seja, se em inglês expressam a paixão sempre da mesma forma é por falta de imaginação e não de palavras.
Eu gosto mesmo é da expressão “fancy”, mas isso são outros assuntos. É verdade que em inglês são mais redutores quando o tema é “passionless”.
No entanto, resta-me a esperança que as bandas nacionais e o povo em geral, com o novo acordo ortográfico (que embora não diminua o número de sílabas das palavras, diminui o número de letras), se inspirem para expressar o que sentem em português. Porque até não fica mal, eu acho.

25 de agosto de 2010

Ficção científica

Há em mim uma contradição entre a vontade do uso do espartilho e o desejo de ir à lua. Embora não seja grande fã de ficção científica, dá para perceber que o admirável mundo novo povoa o meu imaginário. À medida que o tempo passa em mim, continuo sem a necessidade do uso do espartilho e afasta-se, cada vez mais, a probabilidade de ir à lua. Resta-me esperar pelo carnaval para poder, sem olhares de desdém, encarnar estes meus desejos. Ainda assim, vou fazendo uso da imaginação e procurando testar os limites desta realidade. E não é difícil, basta observar com atenção para perceber que a nossa sociedade não está assim tão longe da sociedade burguesa do século XIX e que embora não possa ir à lua tenho os recursos suficientes para me sentir por lá. Vejam só: http://avl.astrotips.com/.

12 de agosto de 2010

Às vezes ando tão distraída a pensar em aviões que me esqueço da existência dos comboios regionais.

2 de agosto de 2010

Uma longa viagem - Fábrica de Letras

Chega a uma altura em que iniciamos uma viagem de encontro aos nossos pensamentos. Nesse dia afundamo-nos na vida, no momento presente, no aqui e agora, na oportunidade única, que não se repete. Os momentos não se repetem. O aqui e agora acontece em qualquer lado. Não há tempo para descansar, o dia e a noite desaparecem, perduram apenas num perfume que se dispersa. Num momento tudo muda, para sempre. Sempre que procuramos coisas novas, desconhecidas, de uma forma confiante e também vulnerável, a vida torna-se na maior aventura. Eu gosto de aventuras. Parece-me que afinal os sonhos não são desejos recalcados. Se fossem, eu não andaria a sonhar com tamanhos despropósitos. É que no admirável mundo novo nós só teríamos duas hipóteses, neste temos mais. Temos tantas hipóteses que nos damos ao luxo de experimentar várias delas. Quais regras ou valores sociais. A procura da Felicidade Máxima vai-se encontrando nos pequenos momentos. E a única forma de compreender isso será com o coração e jamais com a razão em palavras ditas ou escritas.

29 de julho de 2010

Minde the Gap, ou as mães têm sempre razão

Pode ser um acumulado de experiências, pode ser um fenómeno paranormal, pode até ser apenas um desejo que assim seja, mas as mães têm sempre razão. Custa-me escrever isto. É uma espécie de solução mágica em que não se pode acreditar. Uma pré-determinação, quase uma praga. Talvez seja por esta razão que ando a tentar fugir de casa desde os 14 anos, e que hoje em dia continuo a ir lá jantar frequentemente.
A situação geralmente piora quando a mãe pede conselhos ao Pai, que é homem, logo não possui a capacidade de ler as entrelinhas. O pai tem a visão deturpada por uma paixão cega pela filha, que Freud explica ou não, que invalida qualquer conselho. Por isso, a razão da mãe que falo prende-se com o primeiro conselho que a mãe dá ao avaliar uma situação exposta. No dia seguinte, geralmente, já não vale a pena ouvir os conselhos.
A mãe tem sempre razão no que diz, nem que seja pelo desejo de felicidade plena da filha que se traduz na dela própria. E acerta sempre. Neguem, esperneiem, fujam, façam exactamente o contrário do que ela diz, mas a mãe tem sempre a verdade, a certeza, a razão. É claro que a linguagem utilizada é codificada, traduzida por símbolos, assim como a linguagem dos sonhos. São os nossos desejos escondidos ou não, pelo consciente ou pelo inconsciente, que não conseguimos verbalizar ou que gritamos aos sete ventos. Por isso, e como nos sonhos, a mensagem nem sempre é percebida e terá que ser interpretada à luz da nossa realidade, das nossas crenças, dos nossos desejos. Assim, o que serve para mim não serve para vocês. Ou seja, este post não tem utilidade nenhuma para além do prazer que me dá a mim escrevê-lo.

28 de julho de 2010

27 de julho de 2010

Debaixo de que pedra é que tu saíste?

- Diz-me sinceramente, preferes uma mulher histérica ou introspectiva?
- Ah? E o meio-termo não pode ser?
- O meio-termo é uma chatice. Cada vez estou mais convencida que os homens gostam de mulheres histéricas e com problemas.
- Sempre temos a sensação que estamos a ajudar. De psicólogo e de louco todos temos um pouco.
- Ah! Não acredito que tenhas dito isso.
- É o que é preciso para agradar às mulheres.
- Sim, mas deve haver excepções, nem todos os homens gostam de mulheres histéricas e com problemas...
- Sim, claro que há. Mas não te preocupes muito com isso. Como amigo, devo alertar-te para o facto de já teres estado mais longe.
- Mais longe de quê??

23 de julho de 2010

Disparou - Fábrica de Letras

Disparou
em todas as direcções para ver se acertava.
Disparar em todas as direcções é mais fácil. Aumenta as probabilidades de acertar, pode ser no nada, mas aumenta.
Quem disse que escolher um alvo era mais fácil!? Não. Não ter um alvo aumenta a probabilidade de não falhar, pode ser no nada, mas aumenta.
Por isso, e por nada, disparou em todas as direcções para ver se acertava.




16 de julho de 2010

O amor é lindo!


Descobri aqui e é para divulgar!

Reciclagem

No meu trabalho fazemos separação de lixo. Tu vais para ali, tu vais para ali, e tu vais para ali. Agora, aguardamos o pessoal reciclado. Quanto ao papel, toners e afins, mandamos para o lixo indiferenciado. A funcionária que recolhe o lixo é daltónica, não sabe distinguir as cores. Está a trabalhar ao abrigo do programa de emprego apoiado, para o ano não está cá, não vale a pena ensinar.

15 de julho de 2010

Liga!

Estou desejosa que comece o campeonato nacional de futebol, já não aguento as notícias sobre a crise e sobre políticos corruptos.

9 de julho de 2010

29 de junho de 2010

Ando com uma sensação estranha

Ando com uma sensação estranha. Sempre que vou à praia apetece-me nadar até à América. Pensei que o problema fosse da Costa da Caparica mas já tomei banho mais a sul e a vontade mantém-se. Embora não saiba nadar muito bem, consigo boiar durante muito tempo. Eu sei que nunca fui muito boa a medir distâncias e que a América é longe, mas apetece-me tentar. Com um pouco de sorte e com a ajuda das correntes, não chego à América mas vou conhecer Marrocos. É assim que ocorrem as grandes descobertas, por acaso e quando andamos à deriva. Agora que o Verão chegou com toda a força parece-me a altura indicada para me meter na água, nadar e boiar, e ver até onde consigo chegar.

25 de junho de 2010

Força Portugal!

Tenho um texto escrito a dizer mal do campeonato do mundo de futebol e da selecção portuguesa desde que isto tudo começou, mas ainda não é desta que ganhei coragem para publicar. Mas que este campeonato do mundo está a ser uma grande palhaçada, está mesmo!

19 de junho de 2010

16 de junho de 2010

Matemática para a Vida

1+1= 2

1 Pessoa frustrada + 1 Pessoa frustrada = Nunca serão um casal feliz

11 de junho de 2010

Prova de aferição

A Ana do 6º 1ª e o Tiago do 7º 2ª foram apanhados a fazer "Amour", na casa de banho da escola, pela "Sra. Continua" que foi contratada como auxiliar de serviços gerais e se encontra a desempenhar funções de auxiliar de acção educativa. Bastante constrangido pela situação, e de uma forma extasiada, o Tiago pediu à "Sra. Continua": “Já que nos apanhou, pelo menos deixe-me terminar o serviço.”.

Após a avaliação cuidadosa da situação acima descrita, assinale a hipótese que considera mais correcta:

Hipótese A – Ao confrontar-se com tal situação, a "Sra. Continua" dirige-se à Direcção da Escola para dar conhecimento da ocorrência e conta o sucedido a todas as pessoas que encontra no caminho; que inclui professores, alunos e outros funcionários da escola.

Hipótese B – Ao confrontar-se com a situação, a "Sra. Continua" dirige-se à Direcção da Escola para dar conhecimento da ocorrência levando consigo as duas crianças e conta o sucedido a todas as pessoas que encontra no caminho; que inclui professores, alunos e funcionários da escola.

Hipótese C – Ao confrontar-se com a situação, a "Sra. Continua" dirige-se ao átrio da escola e conta o sucedido a todas as pessoas que encontra no caminho; que inclui professores, alunos e funcionários da escola.


Hipótese E – Todas as hipóteses anteriores estão correctas.

Hipótese F – Todas as hipóteses anteriores estão incorrectas.