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3 de dezembro de 2010

Sexo é a única actividade em que estamos concentrados

“A nossa vida mental é invadida a um nível considerável por quem não está presente,” excepto durante a actividade sexual – revela um estudo de uma equipa de investigadores de Universidade de Harvard publicado esta semana na revista Science.
Eu ando com algumas dificuldades de concentração no trabalho, e tenho tanto mas tanto para fazer, e há ali um colega que até é jeitoso, será que devo? Será que os meios justificam os fins? Será esta a única forma de colocar o meu trabalho em dia? Os cientistas dizem que sim, e eu acredito na ciência.

23 de novembro de 2010

síndrome de operária fabril

Neste momento estou a sofrer da síndrome de operária fabril. Nada contra a profissão que simbolicamente escolhi para manifestar uma ideia, mas sinto-me como se vivesse no final do século XVIII. Após a migração para residir perto do local trabalho, a instalação no meu cortiço, só me resta trabalhar. Ainda bem que quarta-feira é feriado, sempre dá para descansar um pouco.

7 de setembro de 2010

silly season

Agora que o verão está a acabar, que a rotina está a instalar-se com a mesma velocidade, concluo que as consequências da meteorologia não são causa-efeito. Eu questiono-me, e não consigo compreender, porque é que chamam à época que está a acabar de silly season se as pessoas são as mesmas ao longo do ano!? A culpa é sempre do tempo...

25 de agosto de 2010

Ficção científica

Há em mim uma contradição entre a vontade do uso do espartilho e o desejo de ir à lua. Embora não seja grande fã de ficção científica, dá para perceber que o admirável mundo novo povoa o meu imaginário. À medida que o tempo passa em mim, continuo sem a necessidade do uso do espartilho e afasta-se, cada vez mais, a probabilidade de ir à lua. Resta-me esperar pelo carnaval para poder, sem olhares de desdém, encarnar estes meus desejos. Ainda assim, vou fazendo uso da imaginação e procurando testar os limites desta realidade. E não é difícil, basta observar com atenção para perceber que a nossa sociedade não está assim tão longe da sociedade burguesa do século XIX e que embora não possa ir à lua tenho os recursos suficientes para me sentir por lá. Vejam só: http://avl.astrotips.com/.

13 de abril de 2010

Sobre Pilas

No âmbito da minha investigação realizada após ouvir as notícias do jornal da tarde e não só, apresento-vos uma breve resenha bibliográfica dos estudos efectuados por especialistas na área da sexualidade. Estudo (que podem encontrar aqui) revelou que a probabilidade de se ter comportamentos sexuais desadequados e mesmo patológicos, como é o caso da pedofilia, aumenta em pessoas que gostam de pilas. Isto significa que engloba homossexuais, mulheres e mulheres que embora não gostem de homens gostam de pilas (tipo cinto de castidade) e também padres. Outros estudos (que podem encontrar aqui), revelaram que a probabilidade  de se ter comportamentos pedófilos é inversamente proporcional à probabilidade de se ter comportamentos sexualmente saudáveis em pessoas que gostam de pilas maiores de idade, ou seja maduras, independentemente do género/buraco e da profissão. Estudos realizados em gémeos, demonstraram que não existem diferenças significativas entre ambos antes da primeira experiência sexual. No entanto não existem resultados estatisticamente significativos referentes a outras pessoas, nomeadamente as que não sabem o que são pilas.
Sugiro que investiguem esta excitante área, uma vez que não consegui encontrar mais informação relevante porque só tenho 1 hora de almoço.