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17 de junho de 2012

Nas relações humanas o mais difícil é colocarmo-nos no ponto de vista do outro. Se isso fosse possível talvez a maioria dos problemas não fosse problema, e a dificuldade de resolução dos que realmente são problemas se tornasse bem mais fácil. Tu não és assim tão bonita como pensas que és. Talvez a frase tenha sido dita da boca para fora. Talvez ela não seja assim tão bonita como pensa que é. Talvez se conseguíssemos dizer aquilo que realmente se pensa, a beleza perdesse importância. Nas relações humanas o mais difícil é não existir  telepatia.  Sim, porque as palavras estragam tudo. As atitudes estragam tudo. E se escrevermos imortalizamos. Daí a importância das cartas de amor...e da adivinhação.

13 de junho de 2012

fórmula da felicidade

A fórmula da felicidade eu não vos sei dizer, mas a da infelicidade é: infelicidade=não perdoar+não esquecer.

A pobreza do imaginário das pessoas que estão à minha volta é tão grande que dá para escrever um post só no título

11 de junho de 2012

Tenho a certeza que há outra na história...

Tartarugas viveram juntas por mais de cem anos mas casamento chegou ao fim 

Bibi e Poldi viveram juntos durante 115 anos, mas o casamento acabou por não resultar. Os tratadores do zoo de Klagenfurt, na Áustria, já tentaram de tudo, desde afrodisíacos a terapia de casal, mas o casal não consegue resolver os problemas “conjugais”.

"Tentámos de tudo para os ajudar a superar os problemas, mas já nem conseguem olhar um para o outro", disse um dos tratadores ao Daily Mail.
De acordo com os tratadores do zoo, terá sido Bibi a tomar a decisão de acabar a relação. Os dois já não se suportam.

7 de setembro de 2011

A Psicologia está para a Educação e Formação, assim como o Belenenses está para o Futebol. Todos sentem um carinho especial, mas ninguém acredita que algum dia atingirá uma posição de destaque.

20 de agosto de 2011

Vamos fugir

Isto hoje não está a correr nada bem, deve ser do tempo. Não sei se vale repetir textos, mas como ando armada em calona aqui vai um com uma pequena adaptação de um texto antigo. Até porque é tempo de férias, o dia está xoxo, o tema deste mês da fábrica de letras é fugir, e para mim fugir rima com escrever.
Ando a passear na vida. Nos últimos cinco anos vivi em quatro sítios diferentes. Está bem que em dois dos sítios foi apenas um mês. Mas não interessa o tempo que se passa em cada sítio, pois eu ouvi dizer que integramos em nós um pouco dos sítios por onde vamos passando, e esta ideia assusta-me. Nos últimos anos, mudei de casa quatro vezes. É verdade, quatro vezes! Embora seja uma das coisas que me causa mais stress (concluí isso hoje, ou há dois anos atrás), posso afirmar que tem algumas vantagens. Ver a nossa vida em malas de viagem, caixas de papelão e sacos de plástico, não é deveras agradável, mais que não seja pelo lado simbólico da coisa e também devido ao pó que carregamos connosco (para além de outras coisas vivas que podem aparecer pelo meio). Mas, deixo de fora as coisas fúteis que nos habituamos a coleccionar e as novas tecnologias ajudam a ter sempre próximos aqueles que são importantes e que carregamos simbolicamente em números de telefone e endereços de e-mail! Não fosse a máquina de lavar roupa, que tanto pesa e falta faz, poderia dizer que comigo só precisaria de levar o telemóvel e o computador portátil. Fora os exageros, e embora não saiba explicar, tenho outras coisas que me acompanham e não deixam de ser muito importantes e que causam alguns transtornos na hora da mudança, como por exemplo, os livros que nunca li, os que li, e todos os suportes de velas que me vão oferecendo ao longo destes anos e que não ficam bem em lado nenhum, entre outras coisas. Mas, esse lado simbólico que já referi, nem sempre é mau. Mudar, pode causar um sentimento agradável. Começar de novo, permite-nos só levar connosco aquilo que realmente interessa. Essa é a grande vantagem das minhas últimas mudanças, só levo comigo de volta o que realmente interessa e faz falta. E, devo dizer, que cada vez carrego menos "coisas materiais" comigo. Este assunto poderia tornar-se bastante poético, mas não é o que pretendo. Até porque não faço intenções de mudar de casa tão cedo. Digo assim, para não dizer nunca mais, pois não se deve dizer nunca. Desde os catorze anos que ameaço fugir de casa, fugir é um verbo que me acompanha já há bastante tempo. Por exemplo, a minha família e os meus amigos já nem ligam a este assunto. Sim, sim, foge, foge, dizem eles quando tento iniciar o assunto. Também fujo de outras situações, como por exemplo, chamar as coisas pelo nome. Este texto é para a fábrica de letras, sobre o tema fugir, e eu escrevi sobre mudanças. O que é que as minhas mudanças de casa têm a ver com fugir? Podem não ter nada a ver, ainda assim foi o que me apeteceu escrever.

1 de julho de 2011

É fim de semana

Sabem aqueles dias em que apetece tanto escrever que até dá um certo medo? Euforia. Pois é, amanhã vou ter ler outra vez o que escrevi, então é melhor ficar por aqui.
Estou oficialmente de fim de semana, se é que vos interessa saber.

22 de junho de 2011

Karma

Quando eu estou quase a acreditar que existe o Karma, mesmo mesmo quase, surge a questão íntima, que vem mesmo mesmo do interior, que se prende com o que estou a fazer aqui, neste local, com esta companhia, agora, neste preciso momento? E é nesse preciso momento que passo a acreditar em vidas passadas.

10 de março de 2011

Sublimação

Fui ver o discurso do rei, e o filme até se vê bem. É sobre um rei gago. Mas o mais importante do filme para mim foi aquela mensagem que passa em que o terapeuta que não era diplomado mas que era terapeuta, ao contrário dos terapeutas que têm diploma e são chamados os doutores, consegue estabelecer uma relação de intimidade com uma pessoa que não sabia bem como isso se fazia. E depois no fim, com algumas técnicas, o rei consegue fazer um discurso sem gaguejar. Eu gosto de contar os finais dos filmes. Sim, e acho que se devia apostar mais em filmes baseados em histórias verídicas.

4 de janeiro de 2011

Carnaval

Quando eu já tinha começado a pensar em escrever um post a ironizar sobre qual a próxima temática que irá bombar na blogosfera, pós época natalícia, recebo um sms a informar-me que vão iniciar aulas de Dança de Carnaval no Ateneu Comercial de Lisboa. Há pessoal muito à frente, assim não dá para inovar. Se isto continuar assim, acho que vou ter que comentar o discurso de ano novo do Presidente da República.

2 de janeiro de 2011

tem a sua piada

Esta passagem de ano, esqueci-me de comer as passas.

28 de dezembro de 2010

New York, I Love You

Eu gosto da passagem de ano, e gosto de festas em geral. Adoro locais com muita gente, em grande exteriorização de emoções, como por exemplo concertos de música. Já tentei fazer o mesmo raciocínio para tentar gostar de ir ao centro comercial, ou somente para ganhar coragem para ir a um supermercado, mas não resulta. Também não participei na greve geral, mas foi por outros motivos que não vêm ao caso. Isto para vos dizer que sempre que me perguntam onde é que gostava de passar a grande noite, a minha resposta é que gostava de passar na rua. Gostava de passar em NY, em Paris, em Londres, em Praga, em Roma, mas também podia ser em Lisboa ou em qualquer outra cidade do país. A verdade é que não convenço ninguém que amo para cometer tal proeza, vá-se lá saber porquê. Também é por essa razão, que a única tradição de ano novo que ainda não quebrei foi ir à janela, quintal, ou porta da rua dependo dos locais onde estou, assistir ao barulho que se faz após as 12 badaladas. Adoro o barulho da alegria e da euforia, sim eu sei, eu sei que é meio estranho. Houve um ano que convenci o corajoso, que estava cego de paixão, e passei a meia-noite no Terreiro do Paço. Para além da observação sociológica de tal acontecimento, e embora tenha aberto a garrafa de espumante antes da hora, o que explica em grande parte todos os meus acontecimentos de vida nesse ano que entrou, a experiência foi positiva o suficiente para continuar a desejar passar o ano na rua. Mas, embora goste de assistir a manifestações de emoções e afectos dos outros, gosto principalmente de participar nas manifestações de emoções e afectos daqueles que amo e, na hora da escolha, fico com eles.

3 de dezembro de 2010

Resoluções de ano novo, ou não cometer duas vezes o mesmo erro é sinal de inteligência

Gosto sempre de fazer a retrospectiva do ano, esta época presta-se a essas coisas. Na última passagem de ano, bebi um bocado demais, repeti o mesmo desejo doze vezes enquanto engolia as doze passas. A coisa não correu muito bem, grande parvoíce, é por isso que são doze passas e não é só uma. Pede-se doze desejos para podermos diversificar, aumentar as hipóteses de pelo menos um se concretizar ao longo dos doze meses seguintes. E eu, armada em esperta, gulosa, pedi doze vezes o mesmo desejo. Realizou-se, mas depois fiquei sem mais nada.

26 de novembro de 2010

mudando de assunto

It takes courage to be
True friendship demands risk: giving someone something which they could humiliate you with. Writing as friendship. Alain de Botton


É que parece que foi escrito mesmo para mim.

11 de outubro de 2010

Plano de combate

Tenho andado afastada, a pensar nas medidas de austeridade. Elaborei um plano de combate a estas novas medidas anunciadas. Vou começar por deixar de tomar o pequeno-almoço no café, também ando um pouco farta de meia-de-leite e pão com queijo. Vou tentar acordar mais cedo e fazer o percurso até ao trabalho sem ultrapassar o limite de velocidade estabelecido, logo vou poupar em gasolina (esta tem que ser “tentar”, pois tenho consciência das minhas limitações). Vou começar a levar almoço para o trabalho, esta medida já tinha sido por mim anunciada há algum tempo, mas agora é de vez. E, está directamente relacionada com a próxima, jantar todos os dias na casa dos pais e levar o almoço para o dia seguinte. Eles dizem que não percebem o que está acontecer, era suposto o número de pessoas por metro quadrado diminuir lá em casa, mas está a aumentar e exponencialmente; a pensão estrelinha passou a casa de pasto. Relativamente aos fins-de-semana, vou apostar nas actividades culturais gratuitas e há muitas (se quiserem eu dou umas dicas e dedico um post só a isso). Vou jantar ao indiano baratinho das Portas de Santo Antão e exceder-me apenas no vinho. Cinema uma vez por semana e sacar os restantes filmes da net (só até saírem em dvd, claro). De resto, o trivial, manter as luzes apagadas, tomar banho uma vez por semana… sim, eu sei que não têm nada a ver com isso, mas a crise chega a todos e é bom que a solidariedade se comece a manifestar desde já. Aceitam-se sugestões.

28 de setembro de 2010

Muita parra e pouca uva

O ser humano é fantástico, e já foi o melhor cultivo de produção biológica. A uva também. A uva é um dos frutos mais antigos, dos que são conhecidos. Eu acredito, e constato todos os dias, que há coisas que não conhecemos. Se fossemos videiras bastaria colocar uma estaca e deixar a natureza fazer o seu trabalho, chegar alto, e no final poderíamos dar um bom vinho ou simplesmente muita parra e pouca uva. Nós somos um pouco mais complexos, de um momento para o outro, os sentidos enganam-nos, o preto passa a branco, a atracção passa a repulsão, o bom passa a mau, o doce amarga, a certeza passa a incerteza, as necessidades alteram-se. E é na pele, sente-se na pele. Acaba sempre onde começou. Celebramos a natureza como a vemos, imaginando que a celebramos como ela é, e bebemos um copo de vinho. Esquecemos o entretanto, esquecemos os meios. E fazemos um brinde. À nossa!

2 de setembro de 2010

Só mais 5 minutos

Já utilizei esta estratégia uma vez e não resultou. Basicamente, resume-se a começar a escrever numa folha em branco tudo o que me vem à cabeça. Tem como objectivo o disfarce, mas também o treino para começar a trabalhar a sério. Quem olha, parece que estou a trabalhar, a escrever o mais elaborado dos relatórios e o parecer mais assertivo dos últimos anos. Mas não estou a fazer nada disso, estou simplesmente a escrever estas parvoíces para partilhar com vocês. Durou 5 minutos e eu não escrevo muito rápido, não tenho muito a dizer.

2 de agosto de 2010

Uma longa viagem - Fábrica de Letras

Chega a uma altura em que iniciamos uma viagem de encontro aos nossos pensamentos. Nesse dia afundamo-nos na vida, no momento presente, no aqui e agora, na oportunidade única, que não se repete. Os momentos não se repetem. O aqui e agora acontece em qualquer lado. Não há tempo para descansar, o dia e a noite desaparecem, perduram apenas num perfume que se dispersa. Num momento tudo muda, para sempre. Sempre que procuramos coisas novas, desconhecidas, de uma forma confiante e também vulnerável, a vida torna-se na maior aventura. Eu gosto de aventuras. Parece-me que afinal os sonhos não são desejos recalcados. Se fossem, eu não andaria a sonhar com tamanhos despropósitos. É que no admirável mundo novo nós só teríamos duas hipóteses, neste temos mais. Temos tantas hipóteses que nos damos ao luxo de experimentar várias delas. Quais regras ou valores sociais. A procura da Felicidade Máxima vai-se encontrando nos pequenos momentos. E a única forma de compreender isso será com o coração e jamais com a razão em palavras ditas ou escritas.

16 de junho de 2010

Matemática para a Vida

1+1= 2

1 Pessoa frustrada + 1 Pessoa frustrada = Nunca serão um casal feliz